Vi no Africanidades que há um novo site informativo actual e actualizado sobre a Guiné Bissau: BISSAUDIGITAL. Vale a pena registar porque a imagem é bonita e as notícias actuais.
Um blog sobre a vida. Ilusões e sonhos, venturas, algumas desventuras, muitas realizações com a frustração necessária para alcançar o desejo da felicidade. Uma vida que se pretende feliz e preenchida por vivências sentidas. por Brígida Rocha Brito
terça-feira, 4 de outubro de 2005
Informação: GUINÉ BISSAU
Palancas Negras na TV uma cadeia de apoio
O Eugénio (Pululu) criou uma “corrente/cadeia” de divulgação de um apelo muito específico: que a RTP permita que os mais entusiastas pelo futebol possam assistir à transmissão do jogo Ruanda-Angola, no próximo sábado e que pode ser decisivo para que os “Palancas Negras” garantam a presença no Mundial. E aqui está o “África de Todos os Sonhos” a juntar-se a mais este sonho, ficando o apelo: RTP, 1 ou 2, RTPÁfrica e RTPInternacional, este é um jogo importante para a Lusofonia que, certamente, torce por Angola (as audiências são garantidas...).
D'Angolando - Exposição de Fotografia, 7 de Outubro

A Fundação Evangelização e Culturas (FEC) e o Palácio Sotto Mayor (Lisboa) inauguram no próximo dia 7 de Outubro de 2005, pelas 19 horas (até dia 30 de Outubro), a exposição fotográfica “D’Angolando” com a presença do Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Professor Doutor João Cravinho. O público poderá viajar por 40 fotografias da autoria de Anabela Martins, Ana Pereira, Bruno Lourenço, Maria Ribeiro, Rui Silva, Sandra Silva e Sérgio Angélico. A concepção ficou a cargo de Catarina Lopes, o design gráfico de Isa Gomes, a produção de Ana Filipa Silva e a comunicação de Cátia Vieira. A entrada é livre entre as 10h e as 22h.
domingo, 2 de outubro de 2005
Bijagós, um arquipélago de sonho



sábado, 1 de outubro de 2005
Sobre a sabedora arte de bem viver
"Dentre os mais dignos predicados de um homem está o de saber dizer a verdade." (Renato Kehl)
"A verdade é como o sol, que um eclipse pode escurecer, mas não apagar." (Ralph Waldo Emerson)
| "A verdadeira medida de um homem não é como ele se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas como ele se mantém em tempos de controvérsia e desafio." ( |
“Um amigo insincero e mau é mais temível que um animal selvagem; a fera pode ferir-lhe o corpo, mas o mau amigo pode lhe ferir a mente” (Sakyamuni)
“Diante da honestidade dos companheiros não há outra forma senão responder com nossa honestidade e, a sinceridade com sinceridade” (Nitiren Daishonin)
“Não seja impaciente. A felicidade nem sempre está longe de si” (Jossei Toda).
"A coragem é a primeira das qualidades humanas, porque é a qualidade que garante as demais" (Winston Churchill)
"Conselho é aquilo que pedimos quando sabemos a solução, mas preferíamos não saber" (Erica Jong)
“O importante é isso: Estar pronto para, a qualquer momento, sacrificar o que somos pelo que poderíamos vir a ser” (Charles Du Bois)
A SABEDORIA em pequenas frases
“Quem conhece a sua ignorância revela a mais profunda sapiência. Quem ignora a sua ignorância vive na mais profunda ilusão” (Lao-Tsé)
“Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores que o silêncio” (Provérbio indiano)
“A frase mais deliciosa que se pode ouvir na ciência, aquela que todos os cientistas adoram, não é «Eureka» mas «que engraçado...»” (Issac Assimov)
“A vida só pode ser compreendida olhando-se para trás; mas só pode ser vivida olhando-se para frente” (Soren Kierkergaard)
“O homem que honra a si mesmo é capaz de ver as virtudes de outro homem” (José Martí)
“No carácter, na conduta, no estilo, em todas as coisas, a simplicidade é a suprema virtude” (Henry Wadsworth Longfellow)
sexta-feira, 30 de setembro de 2005
Francisco Gomes de Amorim



Dias
Todos os dias são dias especiais, os motivos que os diferenciam de todos os outros dias é que mudam, de dia para dia e de pessoa para pessoa. Hoje, tal como tantas outras vezes em que isto me acontece, lembrei-me de alguém que um dia se diferenciou e que, com o tempo, foi continuando a destacar-se. Primeiro de forma positiva porque se aproximou, cativando, ganhando espaço e captando os afectos de forma ímpar. Depois pelo lado mais negro que conseguiu manifestar, afastando-se, descartando a afeição e trocando-a por um copo de gin, de whisky, de vinho tinto, ou de tudo isto misturado, sabe-se lá se com algo mais. E a distância aumentou, cresceu e nunca foi reduzida porque a vontade não voltou e a mágoa não o permitiu. Esta será, para sempre, uma lembrança marcada pela diferença e pela particularidade.
quinta-feira, 29 de setembro de 2005
Convite para participação no Fórum sobre TURISMO E COMBATE À EXCLUSÃO SOCIAL
Entre os dias 30 de Setembro e 22 de Outubro, vai ter lugar on line o Fórum de discussão com o tema “Desenvolvimento Económico e Social do Território através do Turismo nos Países Lusófonos, como ferramenta de combate à Exclusão Social”, no âmbito do Programa “Estratégias e Técnicas de luta contra a Exclusão Social e a Pobreza”, uma iniciativa da Organização Internacional do Trabalho.
Enquanto moderadora do Fórum, venho convidar todos os interessados a reflectir em conjunto, apresentando os seus contributos, colocando dúvidas aos especialistas convidados, partilhando experiências e apresentando casos de sucesso, bem como divulgando as principais dificuldades sentidas. África continua no horizonte!
Os principais links para facilitar o acesso são:
Inclusão Social nos PALOP, Site web dedicado à luta contra a exclusão social e a pobreza
FÓRUM DE DISCUSSÃO E ASSISTÊNCIA TÉCNICA
PARA CONHECER OS :
PARA EFECTUAR O REGISTO E O LOG IN:
Desenvolvimento económico e social do território através do turismo nos países lusófonos, como ferramenta de combate à exclusão social.
Este fórum é uma iniciativa da Organização Internacional do Trabalho (OIT) através do Programa "Estratégias e Técnicas de luta contra a Exclusão Social e a Pobreza" (STEP), em colaboração com o Centro Informático de Aprendizagem e de Recursos para a Inclusão Social (CIARIS).
Algumas das prioridades da OIT são a luta contra a pobreza e a exclusão social, e a promoção da inclusão, através da adopção de um conjunto de medidas que respeitam tanto ao alargamento da protecção social da população carenciada como à promoção do trabalho digno. Os grupos-alvo vivem em situação de pobreza, o que se traduz em privação, decorrente da insuficiência ou da ausência total de regular rendimento familiar, evidenciando incapacidade de consumo para satisfazer necessidades consideradas básicas e de bem estar, e usufruir de uma vida condigna. Esta população classifica-se de pobre, podendo ou não desencadear situações de exclusão, no sentido da emergência de processos de desintegração social de natureza socioeconómica, familiar, cultural e política.
Através da recolha dos contributos dos participantes do Fórum, procura-se reflectir em conjunto sobre a problemática do turismo, entendido como um meio importante, porque potencial, no combate à pobreza e à exclusão social, promotor de inclusão dos grupos a viver em situação de vulnerabilidade, bem como de sustentabilidade comunitária.
A participação dos membros é incentivada com o objectivo da aprendizagem pela partilha de experiências, conhecimentos, informações e ideias, mas também do esclarecimento de dúvidas específicas e do apoio técnico por especialistas nas áreas em análise. O Fórum reúne assim as condições para o diálogo aberto, resultando do debate e da discussão de ideias, mas também para a assistência técnica à distância, aspectos que lhe conferem um carácter particularmente inovador e pioneiro.
(...)
O turismo é um sector de actividade económica que, pelas características implícitas, promove mudanças a vários níveis, sendo simultaneamente portador de riscos e de oportunidades: é um fenómeno multidimensional que engloba várias vertentes, tais como a económica, a política, a ambiental, a demográfica e a sociocultural.
O desenvolvimento turístico sustentável é um processo com tripla acção: a sustentabilidade sociocultural; a sustentabilidade ecológica; a sustentabilidade económica. A relação entre as três dimensões é efectivada, pela garantia de preservação ambiental, atribuindo autonomia às comunidades locais, respeitando a cultura e os valores de origem, reforçando a identidade comunitária, salvaguardando o desenvolvimento económico e assegurando a sua utilização pelas gerações futuras.
O turismo pode ser assim entendido como um meio privilegiado de combate à pobreza e à exclusão social já que, por um lado, cria novas oportunidades para as populações locais, permitindo, de forma complementar, a revitalização socioprofissional e económica das famílias e, por outro lado, viabiliza a emergência de mecanismos tendentes ao reforço identitário e à revalorização das redes de sociabilidade comunitárias, traduzidas em solidariedades de grupo e geradoras de autonomia.
Brígida Brito
Ler o texto completo
quarta-feira, 28 de setembro de 2005
Outono
Algumas tradições ainda são o que eram e fazer marmelada no início do Outono é uma delas. É um ritual magnífico porque requer alguns cuidados prévios: ir ao local certo comprar marmelos, preferencialmente nacionais (os de Israel e Espanha não têm o mesmo sabor); escolhê-los quando ainda são novos e bem amarelos, porque são mais tenros e doces, não precisando de se juntar tanto açúcar; descascá-los; lavá-los; juntar-lhes a quantidade de água necessária para que cozam e apurem com a cor ideal, nem demasiado escuros, nem excessivamente claros, mas com um ligeiro toque avermelhado. Depois, colocá-los no fogo, como se diz em África, e deixá-los sozinhos, o tempo que eles precisarem para apaladarem, enquanto os espreitamos de quando em vez, até sentirem a necessidade de serem mexidos e remexidos com carinho e atenção, chegando ao ponto, quase caramelo, fazendo estrada e dando-nos a sensação de estarem com a consistência desejada, já que não devem ficar líquidos nem completamente espessos. Eu gosto muito de cozinhar, mas fazer marmelada é uma das minhas actividades preferidas na cozinha, que identifico com o Outono, a fantástica estação do recolhimento e da interioridade. Tal como tudo nesta vida, este é um trabalho de paciência e que requer atenção para que a degustação seja perfeita.
Sobre a amizade
Há temas que são redundantes e de passagem obrigatória quando um homem e uma mulher se encontram, se conhecem e convivem durante um certo período de tempo, podendo ou não ter tido uma relação afectiva de proximidade, com revolução de sentimentos pelo meio, mais ou menos exteriorizados e partilhados com reciprocidade. Um desses temas incontornáveis é: É POSSÍVEL A AMIZADE ENTRE UM HOMEM E UMA MULHER, SEM QUE A ATRACÇÃO SE IMPONHA E PREVALEÇA? Ou seja, É POSSÍVEL QUE SE CONTINUEM A RELACIONAR COMO SIMPLES AMIGOS? É engraçado que ainda não cheguei a conclusões brilhantes porque o debate destas ideias peca por falta de coincidência e de acordo entre as partes.
A verdade é que sempre quis acreditar na viabilidade deste tipo de relações. Afinal se partilhámos a vida de alguém, no que ela tem de bom e de mau, de forma oficializada ou não, se conhecemos os seus problemas, os desejos mais profundos e mais escondidos, as maiores qualidades e os piores defeitos, e se sempre fomos aceitando e procurando compreender os pequenos grandes quês de cada um, porque não poderemos continuar amigos, depois de percebermos que não podemos continuar como mais do que isso?
E aqui fica a minha dúvida... não será a amizade também uma forma de amor, de atracção e de eternização dos sentimentos que, por uma qualquer razão, não podem ser continuados de forma sexuada? Será necessário riscar as pessoas do sexo oposto, principalmente aquelas que já nos atraíram, do nosso cosmos amigável e relacional? Teremos de deixar de nos encontrar, de conversar e de partilhar preocupações e receios, dúvidas e problemas, sucessos e alegrias?
Não, eu não quero pensar assim, apesar de ter a mais completa noção de que a maioria pensa. Eu quero continuar a ter amigos homens e nesta categoria obviamente quero incluir os motivos da minha revolução afectiva!
Confissões
Não resisti, ao visitar o Mar Adentro, a “roubar” com pré aviso, citando e linkando, a seguinte exteriorização de sentimentos. Simplesmente espectacular! Aqui fica com a devida vénia.
Publicidade... AQUI NÃO!
Amigo(a)s:
não sou a primeira nem serei certamente a última alma blogueira que revela alergia à publicidade nos comentários, principalmente em inglês. Já sei que cada um vai fazendo pela vida conforme pode ou quer e também já sei, e reconheço, que há dias em que o meu cansaço e mau feitio se revelam sob a forma de intolerância ou falta de flexibilidade para com algumas atitudes alheias, menos respeitadoras ou adequadas. É verdade... fico absolutamente IRRITADA com a publicidade promovida a sites eróticos e/ou comerciais no “África de Todos os Sonhos”, blog que gosto cada vez mais de denominar como o “meu espaço”, onde partilho sentimentos e ideias, porque aqui sinto-me verdadeiramente eu, quase sem ter de utilizar filtros.
Assim sendo, caríssimos, apelo que no espaço vocacionado a COMENTÁRIOS, sejam apenas efectuados os ditos, sem inclusão de outro tipo de mensagens que, por não serem adequadas nem desejadas, serão de imediato apagadas. Dá um pouco de trabalho, mas é uma tarefa absolutamente exequível.
Chamem-lhe censura, mau feitio, intolerância ou outros atributos quaisquer. Mas aqui não se admite publicidade a sexo, mais ou menos, explícito, sob a forma de sites com referência a links específicos ou contendo contactos directos. E também não se aceita a introdução de informações direccionadas para a comercialização de qualquer bem. Aqui nada se vende! E aqui as vendas não são desejadas, quaisquer que elas sejam!
terça-feira, 27 de setembro de 2005
Decisões...
Há decisões que, de tão difíceis, requerem uma reflexão profunda e apurada, com ponderação das diferentes possibilidades e definição de cenários consequentes, para que a certeza de ser a melhor num determinado momento da vida seja maior do que o receio de uma má opção.
Mas há outras decisões que são tão importantes, por poderem mudar para sempre uma vida, que requerem uma atitude impulsiva: o pensamento excessivo e a racionalização ponderada podem revelar-se, de quando em vez, maus conselheiros por provocarem simplesmente o adiamento e a indecisão escondendo o medo do arrependimento.
Já me vi confrontada com as duas situações e não sei bem qual das duas prefiro. Talvez dependa do contexto, das possibilidades que nos são apresentadas e da urgência sentida.
Sobrevivência
E, se alguém tem dúvidas, não tenha porque é a mais completa verdade! Como alguém que conheço diria se estivesse aqui à minha frente neste preciso momento “venha o que vier, nada será maior do que a minha alma”. E com esse alguém aprendi muitas coisas e uma delas foi a sobreviver em qualquer situação, até quando estamos rodeados por todo o lado de feras esfomeadas e desejosas de ver sangue.
“(...) aprendera, e muito bem, que algumas perdas eram capazes de despedaçar uma pessoa reduzindo-a a pequenos cacos, esmagando-lhe o espírito, transformando-o em pó. E, mesmo assim, a pessoa era capaz de seguir em frente e reerguer-se remendando a alma. As pessoas sobreviviam. Se não “felizes para sempre”, pelo menos levavam a vida adiante de forma satisfatória”.
Nora Roberts in “A Cor do Fogo”, pg. 14
segunda-feira, 26 de setembro de 2005
Sim, é verdade!
Digo-o de forma generalista, o mais possível, porque já percebi que o que escrevo anda a ser lido por pessoas de bem, que estimo e que espero que continuem a visitar-me, a comentar os meus escritos e pensamentos, histórias reais e fictícias, arranjadas num momento qualquer em que a observação é o principal instrumento e que a imaginação faz o resto. MAS também é alvo de curiosidade alheia e menos desejada: são as tais chatas e excessivamente palradoras, intrometidas e desejosas de saber pormenores da vida alheia e que, cá para nós, não entendo as razões de tamanha curiosidade. Para essa(s) que precisa(m) de confirmação pública, aqui vai a resposta: “É verdade, sim senhora! Satisfeita?”
domingo, 25 de setembro de 2005
JALÉ ECOLODGE... SEMPRE!


A ideia de construir um lodge com especificidades muito marcadas no que respeita ao tipo de turismo promovido, às actividades envolvidas e aos resultados esperados, numa região até aqui tão "esquecida" encantou-me: a pequena dimensão do lodge e a limitada taxa de ocupação; as tentativas de exploração local; a procupação com o controle dos impactos ambientais e a necessária protecção de espécies; a valorização do turismo natureza com as vertentes ecológica e pedagógica, onde se podem desenvolver actividades de observação, em contacto directo com a natureza, sendo esta uma região potencial (as praias, a mangrove, o Parque Obô); a dinamização socioeconómica da comunidade residente em Porto Alegre; o aumento de oportunidades para as famílias e... tantos outros aspectos que poderiam ser referidos.
Mas, muito mais contente fiquei quando tive acesso a estes magníficos prospectos de divulgação e, em conversa, percebo que, mais do que o lodge, foi construída uma ponte para passeios pedestres que permite a ligação entre o Rio Malanza e a Praia Jalé (no mapa da região, é uma ligação ponteada a verde). Isto significa que:
1. o passeio de canoa tradicional, com remador local, no Rio Malanza, que em tempos fiz, é uma experiência deslumbrante, pelo enquadramento e paisagem, pela possibilidade de observar espécies, como o macaco, e pela aprendizagem que resulta do contacto com o remador (homem experiente e conhecedor), é uma actividade que está a ser localmente dinamizada,
2. este passeio pode ser associado a outras actividades como as caminhadas em meio misto (passadeira de madeira sobre a água e em terra),
3. a observação e as caminhadas são actividades privilegiadas, promovidas a partir do JALÉ ECOLODGE,
4. de forma associada, a protecção de tartarugas está a ter continuidade na praia Jalé, sendo possível a sua observação.
Um local a reter, portanto!
Limitação
Tenho de admitir que sou absolutamente limitada no que respeita à aceitação e ao perdão da mentira. Eu sei que nem sempre quem mente o faz por mal. Muitas e muitas vezes incorre-se em mentiras, que se pensa serem inconsequentes, para não magoar ou ferir os sentimentos alheios. Mas quando percebemos que nos mentiram, por mais insignificante que seja a situação, perdemos a confiança, acabamos por nos sentir desasados e sem rumo, e nem uma bússola ajuda na orientação...
Manual de sobrevivência em meios socialmente hostis
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Depois de ter regressado a Lisboa, após a minha última incursão a São Tomé, não há dia em que não me lembre das maravilhas do arquipélago, d...






