Não! Não me apetece falar de amor e, na verdade, não tenho nada de muito interessante para dizer a esse respeito. Por isso para quê falar ou escrever, pensei. Antes as imagens dos animais e as mensagens ambientais e de conservação. Esses sim são temas compensadores, que preenchem e que jamais desiludem, simplesmente porque são espontâneos, directos e objectivos, preenchem a alma e o coração e não enganam. Não mentem, nem querem. São aquilo que são, e já está. Ou se gosta ou não!
Um blog sobre a vida. Ilusões e sonhos, venturas, algumas desventuras, muitas realizações com a frustração necessária para alcançar o desejo da felicidade. Uma vida que se pretende feliz e preenchida por vivências sentidas. por Brígida Rocha Brito
sábado, 31 de março de 2007
Temas compensadores
Vénias e sorrisos

quinta-feira, 29 de março de 2007
quarta-feira, 28 de março de 2007
terça-feira, 27 de março de 2007
Proteger e conservar 1






domingo, 25 de março de 2007
:-)
E apesar de ter dormido menos uma hora, que me faz sempre falta, sinto-me contente porque… o dia está maior de novo J
sexta-feira, 23 de março de 2007
Primavera... once again!
E não há sombra para dúvidas. Estamos naquela estação do ano que faz sonhar os mais cépticos, sorrir os mais sérios, dançar os mais resistentes. É uma estação alegre e bem disposta em que a esperança tem um novo significado e quase tudo parece fazer sentido. Apetece caminhar ao sol e, depois de um descanso relaxante, espreguiçar devagar devagarinho, sentindo os músculos distenderem-se, um a um. Começo a pensar nas férias e descontraio-me por fim... E dá vontade de respirar fundo, bem fundo, porque o ar parece estar limpo. É de novo a época dos pores do sol coloridos e intensos, prolongando-se para lá do esperado só porque a hora adianta. E é já no próximo sábado. E logo a seguir vem uma noite transparente e brilhante com uma lua alta, sem estar cheia, mas com uma beleza infinita porque acompanhada por constelações de estrelas, aquelas que conheço bem do hemisfério norte. Na verdade, apesar de ter notado as diferenças, nunca me habituei a contemplá-las com cuidado e a reconhecê-las no sul. Há muitos, muitos anos, talvez não tantos quanto isso mas que me parecem uma eternidade, houve quem tentasse ensinar-me a vê-las. O resultado foi péssimo: ou o professor não as conhecia assim tão bem ou eu não tinha mesmo de aprender. O que resta e interessa é que estamos finalmente, e uma vez mais, na Primavera, uma estação bonita e solarenga que, para grande pena minha, não é perfeita. É indissociável do vento e do pólen, das poeiras e dos espirros, dos olhos lacrimejantes, das irritações de pele e dos mosquitos. Lá está... não há bela sem senão...
quinta-feira, 22 de março de 2007
Ontem foi o Dia da Árvore
terça-feira, 20 de março de 2007
segunda-feira, 19 de março de 2007
Dia do Pai
Apesar de não te ver sei que me protegerás sempre. Hoje é um dos teus dias, o Dia do Pai.
Notícia linkada :-)
E a notícia a registar, e que merece divulgação, foi “emprestadada” do Pululu: No próximo dia 20 de Março, a Editora Nzila, em colaboração com a União de Escritores Angolanos, apresenta-nos a última obra poética de Carlos Ferreira (Cassé), “Até Depois”.
Cantas bem mas não me embalas
Ouvindo-o discorrer sobre os momentos desastrosos pelos quais a sua vida passara, pensou “cantas bem mas não me embalas”. Há uns bons anos ter-se-ia sentido sensibilizada pelas palavras confusas; há uns bons meses teria certamente querido acreditar que tudo o que ele dizia era verdade. Hoje só lhe apetece dizer “vai falando até te cansares porque não sou eu que te vou impedir, mas quando estiveres cansado cala-te porque nada do que dizes faz sentido e eu não acredito numa sílaba que seja”. E com alguma probabilidade, amanhã levantar-se-á e deixá-lo-á a falar sozinho, coisa que ele nem notará porque, em nenhum dos momentos, se preocupou com o que ela pudesse pensar ou sentir, o que contava era que falava e que alguém o ouvia.
Dia neutro
Há dias e bons e maus, dias excelentes em que corre tudo tão bem que parece mentira, e dias de esquecer em que damos connosco a pensar “mas porque será que me levantei hoje da cama? Devia era ter continuado a dormir”. Mas também há dias neutros que correm e flúem, sem nada de particularmente marcante, ora positivo ora negativo. Dias brandos, molengões, pastelões, que vêem e que vão com o vento, que passam simplesmente. E hoje faz vento levantando folhas e fazendo rodopiar poeiras, afastando tudo o que de menos bom poderia contrariar a neutralidade do meu dia.
domingo, 18 de março de 2007
Filme triste
Ontem fui ao cinema. Uma das minhas actividades de lazer que maior prazer me dão. Fui ver um filme inspirado num livro do Somerset Maugham: O VÉU PINTADO. É uma história triste apresentada com segurança, por actores com desempenhos brilhantes, num contexto, a China rural, simplesmente deslumbrante. Paisagens de sonho a enquadrar a pobreza humana no início do séc. XX, algures nos anos 20. E fala de sentimentos, de amores não correspondidos, de entregas desiguais, de expectativas traídas, de isolamento e de solidão, de descoberta que o amor e a paixão são definitivamente estados de alma diferentes, e que o segundo é seguramente menos importante do que o primeiro. E fala de muito mais. E quando esperamos que finalmente tudo se componha, confrontamo-nos com um desfecho trágico. Talvez esperado dado o decorrer dos acontecimentos. Mas triste, desolador, desconcertante, angustiante. E ao sair a porta do cinema dei comigo mesma a pensar – será a vida sempre assim? - “Sometimes the great journey is the distance between two people”...
Constatação óbvia
Uma coisa aprendera com o que a vida lhe ensinara: os altos são menos frequentes do que os baixos. Não vale a pena a exuberância do sucesso quando, com um grau elevado de probabilidade e uma reduzida margem de incerteza, haverá momentos menos bons. Por isso sorria sempre que lhe diziam que tinha todas as razões e mais algumas para se sentir elevada, uma mente superior, um ser destacado. Não era e não se sentia como tal. A vida tem de ser vivida e apreciada. Com consciência do seu valor, é certo, mas sem excesso de confiança. O realismo é mesmo a atitude mais certeira.
sábado, 17 de março de 2007
I Congresso de EA dos Países Lusófonos e Galiza


Ambiente em STP
- Gabinete do Ambiente
- Jardim Botânico do Bom Sucesso
Parabéns aos dinamizadores!
sexta-feira, 16 de março de 2007
O que não muda
E ontem acabei por ouvir um elogio, dito sem essa intenção, a propósito do meu carácter directo e da sinceridade que me assiste: “há coisas que nunca mudam e uma delas é a Brígida”. E, na verdade, isso é magnificamente bom!!! E também espero assim continuar por muitos e bons anos, tantos quantos ainda viver, porque é sinal que jamais me transfomei numa pessoa cínica, dissimulada, estudada, trabalhada e sem graça! E é sinal que continuo a ter sonhos e ideais, e a lutar por eles, mesmo quando tudo parece contrariar a vontade. E ainda quer dizer que, quando me deito, durmo com os anjos um sono muito descansado ;-)
quinta-feira, 15 de março de 2007
Previsão metereológica: ALERGIAS
Acabei de ouvir as notícias na rádio: notícia menos boa para quem sofre de alergias: o aquecimento das temperaturas e o vento, que se vão fazer sentir nos próximos dias, fazem com que os níveis de concentração dos poléns sofram um aumento. Resultado: aumento de espirros, comichão nos olhos e na pele, entre outras.
Olha que bom, era mesmo só o que me faltava... já que não tenho nada para fazer... uma alergiazita é sempre motivo para grande animação no meu sistema imunitário. Pronto, agora que estou avisada, ela que venha!
terça-feira, 13 de março de 2007
Misteriosa fugitiva...

Revista ÁGUA E CULTURA

segunda-feira, 12 de março de 2007
"Foutê bi nô cume"

Indicios de Primavera


domingo, 11 de março de 2007
Revitalização

sábado, 10 de março de 2007
Cansaço extremo
Tenho... sonoooooo!!!! Vou dormir porque estou cansada! Mesmo muito cansada... De tanto mexer em tabelas, começo a fazer asneira e a desformatá-las sem perceber como e porquê. Amanhã também é dia. Além do mais... estou aqui presa no escritório desde as 14h com paragem para jantar, apenas! Já são 10h seguidinhas de trabuco... fora os afazeres da manhã. Os olhos ardem e a visão está embaciada. Vou dormir antes que adormeça aqui mesmo em frente do computador... Mas uma coisa é certa, os mapas dos percursos de Cacine e de Bedanda, região de Tombali, sul da Guiné Bissau, África Ocidental, ali pelas proximidades da Guiné Conakry, ali mesmo, ficaram mais do que magníficos!!!! J Trabalho esforçado é bom quando tem resultado. E para terminar... versejei... J
sexta-feira, 9 de março de 2007
Sinais da Primavera em jeito de canção
Eu senti que encontrara
A outra metade de mim
Tive medo de acordar
Como se vivesse um sonho
Que não pensei realizar
E a força do desejo
Faz-me chegar perto de ti
Quando eu te falei em amor
Tu sorriste para mim
E o mundo ficou bem melhor
Quando eu te falei em amor
Nós sentimos os dois
Que o amanhã vem depois
E não no fim
Estas linhas que hoje escrevo
São do livro da memória
Do que eu sinto por ti
E tudo o que tu me dás
É parte da história
Que eu ainda não vivi
E a força do desejo
Faz-me chegar perto de ti
Quando eu te falei em amor
Tu sorriste para mim
E o mundo ficou bem melhor
Quando eu te falei em amor
Nós sentimos os dois
Que o amanhã vem depois
E não no fim
André Sardet
quinta-feira, 8 de março de 2007
Ubuntu - Guiné Bissau
Música para o Mundo

A estreia deste programa intercultural terá lugar sob a forma de um concerto a realizar-se no próximo dia 17 de Março, às 21 horas, no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém. O concerto contará com a participação de Céline Rudolph, cantora alemã de jazz, e de um grupo de músicos luso-africanos de Lisboa.
Bilhetes a partir de 5 Euros - Para mais informações contactar:
Vende-se casa em STP
Para os possíveis investidores interessados fica a informação: vende-se uma casa reabilitada em São Tomé e Príncipe, no Pantufo, com vista para o mar. Mais pormenores, bem como os contactos da proprietária, estão acessíveis no blog criado para o efeito.
Ser Mulher

quarta-feira, 7 de março de 2007
terça-feira, 6 de março de 2007
Surpresa
E depois, olhando de repente, percebeu que há horas que ele estava sentado na mesa à sua frente a olhar para ela, observando com curiosidade acrescida todos os seus gestos. Era uma cara desconhecida que certamente acabara de chegar porque se assim não fosse ele já teria dado pela sua presença. Aquela mulher com ares de menina tinha um olhar enigmático, um pouco distante, um pouco ausente, muito incisivo e profundamente perturbador. Há muito que uma mulher não o perturbava tanto e se havia mulheres por ali. Havia-as de todas as qualidades e feitios e não era difícil encontrar uma companhia feminina para um passeio, um almoço ou partilhar um bom momento. A prova era o pouco tempo em que estava sozinho. Também ele gostava de sentir a presença feminina mas sentia o cansaço dos olhares lânguidos e das palavras sempre doces como que a fazer promessas sucessivas. Mas aquela não estava ali para perder tempo e nem aparentava ter tempo para devaneios. Entrou, olhou a sala de relance e cumprimentou os presentes com um sorriso aberto. Sentou-se numa mesa sozinha, que não dava margem a partilhas ou intrusões, tirou um pequeno caderno de argolas que mais parecia um bloco de notas de viagem, ajeitou uma caneta na mão e começou a escrever, vá-se lá saber o quê. E assim esteve durante grande parte do almoço, saboreando os paladares calma e tranquilamente como se o tempo tivesse parado e a vida tivesse ficado suspensa na degustação daquele momento. Depois escrevia e as palavras passavam da caneta para o papel com determinação. Ele saiu da mesa onde almoçara, afastou-se da habitual e numerosa companhia feminina e sentou-se na mesa em frente daquela mulher de quem nada sabia e ficou a observá-la através dos seus olhos escuros sem que ela se apercebesse de que um dia despertara infinitos interesses num homem. Mas, de repente pousou a caneta, levantou a cabeça e, ao olhar para a frente enquanto respirava fundo, os olhares cruzaram-se e fixaram-se um no outro. Os dois sentiram uma estranha sensação. Apesar de se estarem a ver pela primeira vez, sentiam que se estavam a reencontrar depois de um longo afastamento e perceberam que o futuro acabara de chegar...
Inspirado e escrito em Bissau, Fevereiro de 2007
domingo, 4 de março de 2007
E também hoje...
... foi dia de alegria e de partilha. Dia de aniversário de uma das manas. Parabéns uma e outra e outra vez ainda! Por mais 44 pelo menos J
E hoje...
… pois hoje é noite de lua cheia. Sem tirar nem pôr. Uma lua fantástica, magnífica, redonda, branca e intensa num fundo escuro e profundo. Há coisas fantásticas nesta vida e contemplar o céu é uma delas. Pelas estrelas e constelações, pelo luar, pelas sensações que estes momentos transmitem e pelos pensamentos que uma e outra, e outra vez ainda, flutuam para locais inimaginados na companhia de pessoas idealizadas em sonhos porque na realidade não poderiam existir por serem tão perfeitamente doces e irrepreensivelmente correctas. Uma noite de luar, quando a lua está cheia e atinge o seu auge, é uma noite completa porque nos cria a eterna, e terna, sensação de que estamos quase lá. Até dá vontade de pensar que... só me falta um “bocadinho assim”... J
sexta-feira, 2 de março de 2007
Bissau cosmopolita





Carnaval guineense

Manual de sobrevivência em meios socialmente hostis
Presenciando cenas pela manhã bem cedo recordo uma pessoa que conheci em São Tomé e Príncipe há uma eternidade e de quem perdi o rasto há ...
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Depois de ter regressado a Lisboa, após a minha última incursão a São Tomé, não há dia em que não me lembre das maravilhas do arquipélago, d...
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Presenciando cenas pela manhã bem cedo recordo uma pessoa que conheci em São Tomé e Príncipe há uma eternidade e de quem perdi o rasto há ...