Um blog sobre a vida. Ilusões e sonhos, venturas, algumas desventuras, muitas realizações com a frustração necessária para alcançar o desejo da felicidade. Uma vida que se pretende feliz e preenchida por vivências sentidas. por Brígida Rocha Brito
quinta-feira, 15 de março de 2012
Faz hoje 7 anos...
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Livro - SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - UM PARAÍSO SEM RUMO" por José Simões
A apresentação do Livro "São Tomé e Príncipe - Um Paraíso sem rumo" de José Simões terá lugar na Casa da Beira Alta, no Porto, no próximo dia 18 de Fevereiro, pelas 16h. Um evento a não perder para quem estiver no Porto ou por lá perto.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Feliz Natal e esperança para 2012
O Natal é época de encontros e reencontros. É a altura ideal para parar um pouco e fazer um balanço sobre o que fomos durante o ano que finda, o que somos e o que queremos ser. É momento de ponderar e reflectir. É uma época de alegria e de esperança porque, para lá de tudo o mais, temos a oportunidade de nos tornarmos pessoas melhores, partilhando.
Feliz Natal e votos de um novo ano repleto de boas surpresas e de grandes realizações.
Brígida Rocha Brito
domingo, 18 de dezembro de 2011
Rádio Jovem Bissau
Guiné-Bissau
Bissau
Tel: 00245 553 77 98/664 44 23
A Rádio Jovem é um canal de características locais, alternativo, assumindo a responsabilidade e a missão pela prestação do serviço público a Juventude Guineense. Como objectivos centrais tem, no plano interno, fazer chegar a todo o país a informação e a realidade nacional em todos os domínios, participando na mudança da mentalidade juvenil.
No Plano externo, temos a ambição de levar o mais relevante do nosso quotidiano à diáspora guineense radicada nas 4 partes do Mundo e, com a ajuda imprescindível de todos, trazer a actualidade dessas nossas comunidades aos aqui residentes.
O Bairro de Cuntum foi escolhido para receber o centro emissor, instalando-se os primeiros estúdios na casa de Joaquim, arredores da cidade de Bissau após algumas obras de adaptação.
No dia 14 de Agosto de 2005 foi ao ar a primeira emissão da Rádio Jovem, com a duração excepcional de 6 horas.
Durante o período das emissões experimentais, que durou quase quatro meses, a RJ emitia cerca de doze horas diárias divididas em dois períodos, das Oito ao meio dia e das 16 as 22 horas, com intervalos obviamente.
Em 2006 a RJ assegurou um total de 16 horas por dia. Para além da música, maioritariamente Guineense e, mais ou menos largas, a outras músicas, portuguesa, brasileira, Antilhas, latino-americana, senegalesa, da Guiné Conakry e sobre tudo dos cinco países africanos da expressão portuguesa, a emissão da RJ tem uma forte vertente informativa e espaços orientados no sentido do debate, da interactividade, da cultura e do desporto.
A Rádio Jovem mantém ao longo da sua emissão vários espaços com informação Nacional, com destaque para o “Jornal das 21h00, o grande bloco informativo.
De segunda a sexta-feira, pelas 12h00 horas, a RJ emite, o “Jornal da Tarde”, espaço informativo Juvenil que inclui reportagens, além de ser o primeiro noticiário do dia, funciona como uma antevisão do que vai ser actualidade.
Destaque ainda para a informação não-diària, constituída por vários programas ao longo da semana, de interesse variado, como debates, documentários informativos e culturais, informação desportiva, etc.
- Para colmatar alguma dessas dificuldades, a Administração da Rádio Jovem da Guiné-Bissau vem por este meio dirigir esta carta ao Departamento de Administração da TMN.
- Tem como objectivo pedir uma criação de parcerias, no sentido de solicitar à Fundação, equipamentos necessários à Rádio para o melhor desempenho das suas funcionalidades, equipamentos como:
· Gerador
· Computadores
· Impressora
· Fotocopiadora
· Scanner
· Mesa de mistura
· Microfones
· Auscultadores
· Secretarias/Cadeiras
· Gravadores para reportagens
· Emissora
- A Rádio Jovem precisa dos equipamentos mencionados para puder trabalhar cada vez melhor contribuindo assim para o desenvolvimento do país, sendo que no caso do gerador, este ser de particular importância devido à constante falta de energia eléctrica que se verifica em Bissau e ter esse equipamento à disposição é fulcral.
Com os melhores cumprimentos
Braima Darame
O Director
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Prémio de LITERATURA AFRICANA
Mais informações na página do Instituto Marquês de Valle Flôr
domingo, 30 de outubro de 2011
"A pessoa mentiu" ou apenas seremos pacóvios?
Pensar no que nos tem estado a acontecer neste Portugalzinho, que em tempos idos foi uma grande Nação, faz-me lembrar um episódio real. Há uns anos, num país africano que não vale a pena aqui e agora identificar, o então Presidente da República referia-se à Primeira-Ministra da época de forma desagradada com a seguinte frase: "a pessoa mentiu". Nunca chegou a referir o nome dela, apenas a mencionando como "a pessoa", fazendo pensar a quem ouvia que nem disso era merecedora. Na altura foi tema de conversa sem fim, explorado até à exaustão, porque a comunicação social publicitou a frase repetindo-a vezes sem conta e de forma legitimada, já que também ele reforçara a ideia por diversas vezes e sempre que era interpelado para comentar um determinado tema. A frase ficou-me na memória e sempre que me vou lembrando da expressão facial do dito senhor, em parte revoltada, em parte incrédula, dou comigo a sorrir. Hoje, ao ver as notícias, e tendo a campanha eleitoral ainda tão presente, dá-me vontade de repetir sem parar, para não me esquecer nunca mais: "a pessoa mentiu"!!!!. É que o que é pior de tudo aquilo que nos está a acontecer é que, efectivamente, "a pessoa mentiu"!!!! Pior, muito pior: quanto mais vamos andando para trás no tempo mais somos obrigados a despersonalizar as figuras e, apesar de tudo, a frase permanece: "a pessoa mentiu"!!!! Porque na verdade a pessoa não é uma mas muitas mais e não foi só uma que mentiu mas uma infinidade delas. E depois? Depois temos de reconhecer que não somos um povo de brandos costumes nem vivemos conformados com a nossa própria (des)sorte. Somos é uns pacóvios do pior!
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Inscrições para o Congresso Internacional "As tendências Internacionais e a posição de Portugal"
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Faleceu a Prof. Luísa Cristovam
Faleceu esta noite a Prof. Maria Luísa Cristovam, pessoa de grande integridade, correcção e simpatia, que foi minha professora na licenciatura de Sociologia, tendo desempenhado também a função de Directora do curso. Será para sempre uma referência porque foi fundamental no meu percurso de aprendizagem da Sociologia. Depois passei a ser colega dela e continuou a ser uma referência porque, além de muito mais, nunca demarcou o facto de ter sido minha professora passando-me a tratar como igual, com um enorme respeito e valorizando-me em todos os momentos. Encontrei-a muitas e muitas vezes em momentos da vida quotidiana com a mesma simpatia de sempre.
Será recordada sempre!
O funeral realiza-se amanhã, estando desde hoje no final da tarde na Capela Agnus Dei, Rua de Cascais 208ª, em frente ao Cemitério de Alcabideche. A missa de corpo presente é amanhã, dia 16 de Agosto, pelas 14h30.
domingo, 31 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Sobre “O Cruzeiro do Sul” de Olinda Beja
“O Cruzeiro do Sul” é o último livro de poesia da autoria de Olinda Beja, uma obra que tive o privilégio de ler antecipadamente por ter sido convidada a fazer a apresentação pública do livro em Lisboa, por ocasião do Encontro de Escritores Lusófonos. E depois do evento dei comigo vezes sem conta a relê-lo, deixando-me levar pelas palavras, conjugadas de forma ímpar, viajando até paragens tropicais e redescobrindo São Tomé e Príncipe, arquipélago que me é tão próximo e tão querido.
Este livro de Olinda Beja, tal como tem ocorrido com os anteriores, revela a emoção e o sentimento da autora que vive a poesia em cada verso, em cada palavra e em todas as ideias explicitamente apresentadas ou na forma subtil que apenas ela consegue.
O livro está organizado de forma muito coerente em três partes: “Travessia”; “Recados”; e “Exaltação do Amor”. Ao avançarmos na leitura, parte a parte, percebemos que existe um fio condutor que nos transporta, fazendo-nos viajar até ao Equador, orientados pelo Cruzeiro do Sul, essa mínima e magnífica constelação, tendo São Tomé e Príncipe como paisagem e enquadramento. Arquipélago marcado por uma carga simbólica, espaço de descoberta que também é de vivências e de lembranças que nos acompanham para sempre e que vamos reavivando e reconstruindo através das palavras felizes partilhadas pela autora.
“Travessias” ajudam-nos a despertar os sentidos: as referências a paisagens ambientais e práticas culturais, incluindo as mais ancestrais, rituais e danças, gastronomia e recursos naturais. O cacau e o café sempre presentes. Em “Recados” encontramos, de forma muito particular, a “sãotomensidade” referida desde o início de forma sábia e sentida. E, na “Exaltação do Amor” revemos o expoente máximo da enaltecimento dos sentidos e das emoções mais puras e completas na complementaridade entre a lua e a noite.
Este livro de poesia poderia bem ser um ícone turístico para São Tomé e Príncipe. Os elementos da Natureza destacam-se: o Ossobô; as frutas tropicais; as rosas de madeira e as de porcelana; os hibiscus e as acácias. Até a cobra preta...
O título “Cruzeiro do Sul”, escolhido sabiamente pela carga simbólica que encerra, faz-nos pensar, pelo menos, em duas ideias:
1) a profundidade, a imensidão e o mistério do céu, a beleza das constelações singularmente formadas e que tanto gostamos de contemplar e apreciar em noites límpidas;
2) o sentido da orientação que associamos a algumas estrelas e constelações que, pelo brilho e forma adquirem características próprias. Esta é a menor de todas as constelações do hemisfério sul mas, apesar disso, absolutamente notável. Historicamente, o Cruzeiro do Sul revestiu grande importância para os navegadores servindo de referência durante as viagens, sendo identificado como o ponto de orientação indicador do caminho para o sul.
Para o leitor, este livro representa uma viagem deslumbrante tanto a um destino único no Mundo onde os sentidos ficam despertos, como à interioridade de cada um, estimulando as emoções. O “Cruzeiro do Sul” acompanha-nos neste duplo sentido da viagem orientando o nosso caminho.
Pelo facto de ser um livro que desperta, deixando-nos alerta, recomendo a todos uma leitura cuidada e atenta das palavras sentidas da Olinda Beja. Boas viagens...!
segunda-feira, 16 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Preservação Ambiental e Desenvolvimento Comunitário: semelhanças e diferenças em contexto insular africano
domingo, 8 de maio de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
Uma questão de cidadania, ou de falta dela...

Passear na rua um cão à trela é uma tarefa que, nos dias que correm, se tem tornado num suplício. O meu cão é grande, pesa mais de 35 Kg, está bem alimentado, tem força e um infinito instinto de defesa, apesar de ser fácil de cativar, bastando duas palavras e uma festa para que ele se contorça de felicidade, demonstrando afeição. No reino dos humanos, faz amigos com facilidade, sendo mais duvidoso o relacionamento na classe dos canídeos. Gosta de qualquer cadela, desde que seja grande, não necessariamente do mesmo tamanho que ele tem mas de grande porte, e de cães que gostem de brincar sem exteriorizar animosidade, ou seja sem mostrar os dentes, eriçar o pelo ou rosnar. Diria até que o meu cão tem um certo génio, mas é, no geral, simpático e bom rapaz gostando muito de conviver. Não gosta de cães pequenos, independentemente do género e da raça, nem gere de forma tranquila os latidos estridentes característicos das raças de menor porte, sobretudo se estiverem soltos e lhe fizerem alguma investida em direcção à patas. Há quem não goste de festas no nariz, de beijos no cucuruto da cabeça ou de beliscadelas nos braços. O meu cão não gosta de investidas nas próprias patas e está no direito dele.
Moro num sítio quase ideal. Quase porque, além de um bom par de vizinhos intratáveis que arrastam as cadeiras em chão de pedra, a qualquer hora do dia ou da noite, sem se preocuparem com outros seres que até vivem ao lado, fazendo do esquema forma de vida mas considerando que tudo é possível até mesmo acumular lixo na garagem como se de carro se tratasse, têm duas semi-cadelas, tipo amostra mini de cão que, apesar de tudo, não investem no meu quando o vêem, o que traduz alguma consciência do risco. Mas são insuportáveis pelo som da voz atrás da porta quando nos sentem. Apesar da extrema parecença da voz entre a dona e as cadelas, que é fácil de controlar com um pequeno tambor que emite sons electrónicos e que herdei do meu sobrinho visto que ele já tem outros interesses. Parece um prédio de loucos, é verdade. Mas o suplício ultrapassa estes episódios que até parecem hilariantes. Por cá, qualquer um que se preze julga ter o direito, seja com semi-cães, seja com quase-leões, de andar com as simpatias soltas, o que permite um relacionamento algo tempestuoso com os que andam à trela. É sempre uma animação e não há dia em que, mesmo não procurando, não haja alguma situação menos amistosa, não só entre cães mas sobretudo entre donos.
Ontem foi um dia fantástico pelo qual há muito aguardava. Um casal que aqui não reside tem por hábito vir à praceta passear dois cães soltos, grosso modo com o tamanho do meu. Ontem ela veio sozinha com um dos cães, preto, daqueles que são uma doçura que arreganha a beiça e mostra os dentes ao mesmo tempo que rosna com o rabo enrolado para cima. Daquelas imagens que qualquer pessoa deseja ter antes de dormir. Lá lhe disse, do outro lado do passeio que era melhor prender o cão, apesar de, enquanto eu via os dentes arreganhados na minha direcção a menos de um metro de distância, ela me dizia com ar bem alternativo que “o meu cão não faz mal, o meu é muito zen”. O cão é zen...?! E ela é tresloucada e não tem noção do perigo. Só pode! O melhor foi que na véspera, 6ª feira, enquanto eu estive em Évora, por cá ela deu show e eu fiquei com pena de não ter assistido. Pois ela não mora aqui, mas como teima em passear o cão, que é seguramente uma simpatia apesar da maioria não perceber quanto, cruzou-se com o carteiro que fazia a entrega diária e atirou-se literalmente a ele. Quando um bocado chateado e receoso da dentição do cão, o pobre homem a interpelou para que o prendesse, a louca respondeu-lhe: “não me acha fofinha? Eu sou tão doce, acha que um cão meu iria ser agressivo? Ele é como eu, doce...”. Portanto, neste caso, não percebendo qual o interesse que isso possa ter, depreendo que ela é fofa e doce e que o cão, apesar de mostrar os dentes raivosos e de rosnar, até é muito zen... E depois não me digam que não é preciso ter uma paciência infinita para tudo isto...
terça-feira, 12 de abril de 2011
quarta-feira, 23 de março de 2011
Sobre a difícil tarefa de avaliar...
Avaliar significa determinar o valor de, estimar, calcular. É, eventualmente, a parte mais difícil do meu trabalho, aquela em que tenho de ponderar as prestações de cada um, ter em consideração a forma de ser, de estar e de interagir no contexto de uma sala fechada onde, supostamente, estamos todos centrados e concentrados a reflectir e a debater sobre um tema. Mas não estamos sempre, infelizmente, e a primeira dificuldade reside precisamente neste ponto. O que está para lá da sala e do contexto, que faz parte de cada um e que, no geral, desconhecemos porque nos ultrapassa não é susceptível de ser objectivamente quantificável. Avaliar não é fácil, diria mesmo que é difícil por requerer muita reflexão em torno do momento. Sempre que avalio alguém, atribuindo-lhe uma quantificação, sinto-me em pleno processamento, é como se a forma verbal deixasse de ser o presente do indicativo para ser o gerúndio. É que, na verdade, estou durante algum tempo a reflectir e a amadurecer as ideias à volta dos processos, das formas, dos contextos e das pessoas que tenho à frente... Diria que estou avaliando...!!!!
domingo, 20 de março de 2011
Dia do Pai, com atraso...
quinta-feira, 10 de março de 2011
Notícias de Tombali, Guiné-Bissau
Recebo de Iemberem, região de Tombali, Guiné-Bissau, uma mensagem linda, magnífica, que me deixa nas nuvens e cheia de saudades de gente boa. Abubacar Serra (o meu colega, guia, tradutor e paciente professor de comer laranjas porque "se chimpanzé consegue tu também consegues"), a mulher (excelente anfitriã e cozinheira de mão cheia com petiscos renovados todos os dias) e João Brito e Faro, um homem que entende a vida como uma aventura. Por trás, o PROJECTO U'ANAN, Ecoturismo e Cidadania (IMVF e AD) que eu ajudei a "moldar" com um estudo sobre potencialidades e constrangimentos para a implementação do ecoturismo na região. Sinto-me madrinha deste projecto e uma vontade infinita de o visitar depois de concluído...
Porque por ali as comunicações não são fáceis, o Abubacar envia-me uma mensagem escrita numa grande folha, registada por uma máquina fotográfica e enviada pelo JBrito e Faro. A mensagem diz:
"Brigida, o seu estudo para implementação do turismo em Cantanhez já deu grande fruto. Hoje estamos recebendo todas as nacionalidades do mundo. Muita saudade, um abraço Abubacar Serra"
É, ou não é motivo para estar orgulhosa e cheia de felicidade?
Muitas saudades e grandes sucessos para todos os que ajudaram a definir novos caminhos :-)
Manual de sobrevivência em meios socialmente hostis
Presenciando cenas pela manhã bem cedo recordo uma pessoa que conheci em São Tomé e Príncipe há uma eternidade e de quem perdi o rasto há ...
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"Líder das mulheres de Cutiá, na Guiné-Bissau, garante fim da excisão genital. Médico local diz que não há certezas" - Jornal EXP...
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Presenciando cenas pela manhã bem cedo recordo uma pessoa que conheci em São Tomé e Príncipe há uma eternidade e de quem perdi o rasto há ...
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Depois de ter regressado a Lisboa, após a minha última incursão a São Tomé, não há dia em que não me lembre das maravilhas do arquipélago, d...








