Por mais que quisesse ser jogadora de Poker jamais seria bem sucedida. Poderia até manter uma calma aparente em determinadas circunstâncias, incluindo os momentos mais constrangedores, mas uma parte de si traía-a sempre: os olhos. Um dia deu consigo a pensar que, nas mais diversas situações, os olhos diziam tudo, ou quase, do que lhe ia na alma. E a traição de si mesma acontecia nos momentos em que era suposto não revelar o que era mais essencial: as emoções e os sentimentos. Assim era quando se encantava, apaixonava e deixava seduzir, mas também quando se aborrecia zangava e estava prestes a explodir, ou quando se desiludia e entristecia. Os olhos eram o seu ponto fraco que, na verdade, evidenciavam as profundezas de si mesma apenas com um olhar...
Um blog sobre a vida. Ilusões e sonhos, venturas, algumas desventuras, muitas realizações com a frustração necessária para alcançar o desejo da felicidade. Uma vida que se pretende feliz e preenchida por vivências sentidas. por Brígida Rocha Brito
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Olhos e olhares
Manual de sobrevivência em meios socialmente hostis
Presenciando cenas pela manhã bem cedo recordo uma pessoa que conheci em São Tomé e Príncipe há uma eternidade e de quem perdi o rasto há ...
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Depois de ter regressado a Lisboa, após a minha última incursão a São Tomé, não há dia em que não me lembre das maravilhas do arquipélago, d...
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Nem sempre a vida nos sorri - pensava Lai, sempre que recordava Mi e tudo o que viveu em Moçambique – Muitas vezes, sem nós percebermos de i...