
A ideia pode parecer estranha quando o documentário e o livro "Uma Verdade Inconveniente" falam de Quioto, mudanças climáticas, aquecimento global, efeitos das catástrofes naturais, com análises históricas e prospectivas. E falam de recursos naturais vitais como a água e outros não tanto mas que garantem o equilíbrio ambiental numa perspectiva de sustentabilidade. E falam de energias tradicionais, poluentes e que têm até ao presente demonstrado um desempenho económico significativo, e de energias alternativas, limpas e menos rentáveis no curto prazo mas que encerram a ideia do longo prazo e da continuidade deste magnífico Planeta onde todos vivemos e que se chama TERRA. O que se fala é também de um equilíbrio socioambiental com contornos políticos e com implicações económicas. Uma excelente altura para se falar sem parar na problemática ambiental, no quanto dependemos da natureza e da necessidade imperiosa de construirmos um futuro melhor.