
São Tomé e Príncipe, uma visão crítica e actual do estado das coisas num pequeno Estado insular que vive suspenso na expectativa do "ouro negro"... A LER!
A obra de Pedro Rosa Mendes conta a história de um agente norte-americano residente em São Tomé e Príncipe que trabalha para o Departamento de Estado, recolhendo informação sobre o petróleo. Neste país africano encontra um nativo, Lenin, que tem uma pseudo-empresa de representações chamada Lenin Oil. Lenin participa, simultaneamente, numa conspiração para derrubar o corrupto sistema político da ilha. A narração, desenvolve-se sob a perspectiva do agente através de cartas para o Departamento de Estado e de cartas para um amigo, onde são evidenciados os mistérios de África.
«Preta vende andalas fritas na barriga do batelão. Cacau e Café, os dois ex-chefes-de-Estado, conspiram e trocam selos numa mesa de Belvedere. Vladimir Iliche sonha com justiça na Sombra da Capoeira. E Wahnon, o Presidente, assiste à Tragédia do marquês de Mântua para comemorar a independência e o petróleo. Porque há petróleo. E a salvação da Ilha, pequeno Estado insular africano. Será? Todos aqui são filhos da inércia, do mito e do rancor: o americano observa, manipula e escreve sobre esta outra tragédia, real, chamada Lenin Oil. Aprende a noite, o mato e as máscaras. E a morte, para onde convergem todas as revoltas de escravos.»
A obra de Pedro Rosa Mendes conta a história de um agente norte-americano residente em São Tomé e Príncipe que trabalha para o Departamento de Estado, recolhendo informação sobre o petróleo. Neste país africano encontra um nativo, Lenin, que tem uma pseudo-empresa de representações chamada Lenin Oil. Lenin participa, simultaneamente, numa conspiração para derrubar o corrupto sistema político da ilha. A narração, desenvolve-se sob a perspectiva do agente através de cartas para o Departamento de Estado e de cartas para um amigo, onde são evidenciados os mistérios de África.
«Preta vende andalas fritas na barriga do batelão. Cacau e Café, os dois ex-chefes-de-Estado, conspiram e trocam selos numa mesa de Belvedere. Vladimir Iliche sonha com justiça na Sombra da Capoeira. E Wahnon, o Presidente, assiste à Tragédia do marquês de Mântua para comemorar a independência e o petróleo. Porque há petróleo. E a salvação da Ilha, pequeno Estado insular africano. Será? Todos aqui são filhos da inércia, do mito e do rancor: o americano observa, manipula e escreve sobre esta outra tragédia, real, chamada Lenin Oil. Aprende a noite, o mato e as máscaras. E a morte, para onde convergem todas as revoltas de escravos.»