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O Doce, a Flor e o Maracujá

A propósito do maracujá e da sua magnífica flor - ver Digitalis, Devaneios à Sombra de uma Pérgola de Flor-da-paixão,de dia 29 de Junho - lembrei-me do doce que se fazia em STP: fácil e rápido de praparar, nutritivo, simultaneamente doce e refrescante. O maracujá santomense, só por si, era muito magnífico!!! Grande, diria enorme, sumarento, doce e com umas sementinhas crocantes que faziam delícias. Como é bom lembrar...
Doce de Maracujá
Misturar numa taça o conteúdo de uma lata de leite condensado com uma gelatina (após a mistura do pó - preferencialmente folhas - com a água) líquida. Com a varinha mágica (em caso de não haver batedeira), misturar bem os ingredientes. No final, juntar a polpa do maracujá e, com uma colher, misturar bem. Colocar no frigorífico até solidificar e servir bem fresco. A este doce pode juntar-se ainda polpa de manga (fresca e não de lata...) e rodelas de banana (preferencialmente banana maçã que corta o doce excessivo).

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Calulu de Galinha, Pato ou Porco

Este post é dedicado à Helena, uma variação do Calulu de Peixe. Proponho a versão de carne que na minha opinião é incomparavelmente melhor. Uma refeição para preparar com tempo e calma, "leve-leve só", para saborear na tranquilidade de uma boa companhia.Recebi agora mais uma informação interessante - na língua local, não se diz Calulu mas sim Cálu ou Kalu, pelo que o termo que utilizamos (e que sempre ouvi em STP) será uma africanização/aportuguesamento absolutamente desnecessária (Obrigada, amigo Alcídio).Receita de CALULU DE GALINHA, PATO OU PORCO, gentilmente cedida por D. Alcinda Lombá (e transmitida pelo Paco)Ingredientes
Galinha, ou pato ou carne de porco fumada);
Folhas (ponto, maquêquê, galo, ótage, olho de folha de goiabeira, quimi, margoso, mesquito, mússua, damina, matrussu, tartaruga...);
óleo de palma;
beringela;
quiabo;
cebola;
tomate;
pau de pimenta;
óssame;
fruta pão;
farinha de mandioca;
Modo de preparação
Picar as folhas todas e em pedaços pequenos (opcional moer ou ama…

O Tubarão de STP – I Parte

Depois de ter regressado a Lisboa, após a minha última incursão a São Tomé, não há dia em que não me lembre das maravilhas do arquipélago, das suas particularidades, as mais apelativas e as outras... que representam riscos, mas que, por essa mesma razão, têm também o seu “quê” de sedução.
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