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Guapa, Barcelona!

Cheguei revitalizada e muito tranquila. Barcelona é uma das poucas cidades europeias que tem um mágico efeito sobre a minha alma. Acalma-me, apazigua-me com o Mundo e com a Vida. Ali sinto-me inexplicavelmente bem. A luz é reconfortante, os espaços abertos e a alegria reinante na Catalunha é contagiante. Vive-se de forma positiva e bem disposta, descontraída e levezinha. Tudo parece fácil por lá. É talvez das poucas cidades europeias onde, se me perguntassem se quereria viver, diria “SIM” sem pestanejar. E há um local, que visito desde a minha primeira viagem porque me apaixonei pela paisagem, Montserrat e estava lindo, esplêndido, sempre com um novo recanto por descobrir. Magnífico e muito recomendável a todos os que não conhecem. E quem gostar de caminhar, do cheiro a montanha e a floresta, da paisagem verdejante, tem em Montserrat um local idílico, ou não tivesse a conotação de “o monte serrado pelos Deuses”.

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Calulu de Galinha, Pato ou Porco

Este post é dedicado à Helena, uma variação do Calulu de Peixe. Proponho a versão de carne que na minha opinião é incomparavelmente melhor. Uma refeição para preparar com tempo e calma, "leve-leve só", para saborear na tranquilidade de uma boa companhia.Recebi agora mais uma informação interessante - na língua local, não se diz Calulu mas sim Cálu ou Kalu, pelo que o termo que utilizamos (e que sempre ouvi em STP) será uma africanização/aportuguesamento absolutamente desnecessária (Obrigada, amigo Alcídio).Receita de CALULU DE GALINHA, PATO OU PORCO, gentilmente cedida por D. Alcinda Lombá (e transmitida pelo Paco)Ingredientes
Galinha, ou pato ou carne de porco fumada);
Folhas (ponto, maquêquê, galo, ótage, olho de folha de goiabeira, quimi, margoso, mesquito, mússua, damina, matrussu, tartaruga...);
óleo de palma;
beringela;
quiabo;
cebola;
tomate;
pau de pimenta;
óssame;
fruta pão;
farinha de mandioca;
Modo de preparação
Picar as folhas todas e em pedaços pequenos (opcional moer ou ama…

O Tubarão de STP – I Parte

Depois de ter regressado a Lisboa, após a minha última incursão a São Tomé, não há dia em que não me lembre das maravilhas do arquipélago, das suas particularidades, as mais apelativas e as outras... que representam riscos, mas que, por essa mesma razão, têm também o seu “quê” de sedução.
O tubarão de São Tomé é uma dessas particularidades, à volta do qual se tecem considerações, se contam histórias e se criam mitos, a maioria sem certezas. Sempre ouvi falar muito acerca do tubarão e nem sei porquê, talvez por ser um animal pouco simpático, que não permite grandes contactos com o Homem e que, apesar de tudo, existe em grande quantidade por aquelas águas. A maioria revelava desconhecimento sobre tipos e quantidade, principais riscos e ameaças, número de ataques e praias onde aparecem mais frequentemente. Mas as conversas evidenciavam sobretudo medo e desconforto. Havia quem: tivesse terror de o encontrar; dissesse já o ter avistado numa passagem de ano no pontão do Marlin, que era inof…