- A que cheira o amor e a paixão? - perguntou-lhe um dia
- A ylang-ylang acabado de colher, quando tem a flor ainda viçosa e aberta - respondeu-lhe ele cheio de certezas
- E a que sabe? - teimava ela em perguntar-lhe para auscultar a misteriosa sensibilidade masculina, acerca da qual ela tanto duvidava
- A uma mistura indecifrável, meia picante meia doce, mas com um paladar inconfundível a hortelã
- E qual é a sensação? - continuava com a sessão imparável de perguntas, pela qual ele lhe chamava a "menina dos porquês"
- De uma terna envolvência. Não queres experimentar? - respondia-lhe ele a sorrir, com outra pergunta, sabendo que a provocava com sensações esquecidas e apetecíveis
- Porque me respondes com uma pergunta? - indignava-se ela sem lhe responder...
Um blog sobre a vida. Ilusões e sonhos, venturas, algumas desventuras, muitas realizações com a frustração necessária para alcançar o desejo da felicidade. Uma vida que se pretende feliz e preenchida por vivências sentidas. por Brígida Rocha Brito
segunda-feira, 20 de setembro de 2004
Manual de sobrevivência em meios socialmente hostis
Presenciando cenas pela manhã bem cedo recordo uma pessoa que conheci em São Tomé e Príncipe há uma eternidade e de quem perdi o rasto há ...
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Depois de ter regressado a Lisboa, após a minha última incursão a São Tomé, não há dia em que não me lembre das maravilhas do arquipélago, d...
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Nem sempre a vida nos sorri - pensava Lai, sempre que recordava Mi e tudo o que viveu em Moçambique – Muitas vezes, sem nós percebermos de i...