terça-feira, 7 de novembro de 2006

Sina

Às vezes dava consigo a pensar que devia, voluntária e deliberadamente, ter feito muito mal a alguém. Daqueles males irremediáveis e absolutamente insustentáveis. Quem sabe se numa outra vida porque nesta não se lembrava de, em consciência, isso ter acontecido. Mas só podia porque parecia sina: cada um(a) com quem se cruzava revelava uma pancada maior do que o(a) anterior. Quem sabe se não era por isso mesmo que se refugiava em si mesma, junto daqueles com quem se sentia confortável e segura...

A escrita e os artefactos

Para quem gosta de escrever uma caneta é a extensão de si próprio e um caderno o seu reflexo. São objectos especiais e, por isso, tratados ...