domingo, 23 de abril de 2017

Kuma di curpo... curpo sta bem

Ontem foi o dia em que conversei calmamente com um amigo que partiu porque teve de se ausentar deste mundo por ter sido chamado para outras missões. Foi o dia em que lhe agradeci por me ter presenteado com a sua amizade, por ter acreditado em mim, por nunca me ter julgado ou criticado, por sempre ter tido uma palavra amiga, um olhar compreensivo, um sorriso acolhedor e por ter reservado para mim um abraço quando mais precisei. Sei que não foi uma despedida. Não gosto de despedidas, não gosto de dizer adeus e, em boa verdade, acredito que ele se transformou numa estrela e que posso continuar a conversar com ele porque, onde quer que ele agora esteja, irá ouvir-me. Também acredito que um dia nos voltaremos a encontrar e com um sorriso diremos “kuma di curpo… curpo sta bem”.

A escrita e os artefactos

Para quem gosta de escrever uma caneta é a extensão de si próprio e um caderno o seu reflexo. São objectos especiais e, por isso, tratados ...