domingo, 7 de outubro de 2007

Sonho

Esta noite sonhei contigo, o que é estranho já que não te vejo há um bom par de anos. E, para ser franca, nem percebi porque é que de repente me apareceste no meio de um sonho. Ali estavas tu, bem melhor de vida e a conduzir uma carrinha Mercedes que dizias ser tua e que carregavas com vasos de plantas. Mas como sempre saltitavas de lugar em lugar. Não sei porque apareceste porque não estiveste presente durante toda a história relatada pelo meu subconsciente e nem sequer havia qualquer ligação entre a tua presença e tudo o resto. A dada altura, sempre a rir de forma muito sonora, lá foste embora por uma estrada poeirenta e estreita que bem podia ser em África, fazendo com que o pó levantado fosse tanto que os que ficaram deixaram de te ver.

 

A escrita e os artefactos

Para quem gosta de escrever uma caneta é a extensão de si próprio e um caderno o seu reflexo. São objectos especiais e, por isso, tratados ...