quinta-feira, 8 de setembro de 2005

Que jantar...

Saborear marisco é qualquer coisa de muito magnífico, não fosse o anisakis, meu eterno companheiro, teria abusado muito mais... mas perante o risco permanente, já me dou por muito satisfeita porque a verdade é que não me contive... Bem, agora... acompanhá-lo com sangria de champanhe, preparada com champanhe doce, bem fresco e muito pêssego, que serve de entretém no final do jantar, e que tem o senão de subir mais rapidamente do que o líquido antes ingerido, torna o momento verdadeiramente especial, independentemente de ser um jantar romântico ou simplesmente amigável. O repasto termina com a alegre sensação de se estar a flutuar num clima de harmonia, paz e bons fluidos. É bom, muito bom e recomenda-se... pelo que hoje não escreverei mais aqui por me arriscar a levantar voo muito mais rapidamente do que consigo escrever... :-) Hip.... à vossa!!!

A escrita e os artefactos

Para quem gosta de escrever uma caneta é a extensão de si próprio e um caderno o seu reflexo. São objectos especiais e, por isso, tratados ...