sexta-feira, 27 de agosto de 2004

Mais um romance em África

Mais uma vez os envolvimentos rápidos e fugidios, as paixões desiguais, os sentidos à flor da pele e as emoções a despertar. Mais uma história de encantar que vai terminar em desencanto pela inconsequência dos actos, inconstância das vontades e inconsistência do argumento.
Mais incertezas e dúvidas, medos e inseguranças que se confundem com a vontade de não falhar uma vez mais e de perder. Medo de ouvir e de falar. Estou exausta de tentar, cansada de amar sem partilhar, de dar sem ter entrega. Valerá a pena?
Sinto, uma vez mais, as contradições infinitas do romance em África, numa terra de ninguém, que não é minha hoje, nem será nunca. Tal como os amores que aqui vivo, numa tentativa imparável de me acertar.
Dezembro 2001

A escrita e os artefactos

Para quem gosta de escrever uma caneta é a extensão de si próprio e um caderno o seu reflexo. São objectos especiais e, por isso, tratados ...