domingo, 16 de outubro de 2005

Sobre uma das aulas de amanhã

Já estou mesmo a ver qual vai ser um dos diálogos numa das aulas de amanhã:

- O que é a Ciência?

- É uma representação intelectualmente construída.

- E o que é isso ao certo?

- É o conhecimento.

- E o que significa conhecer?

- Significa que compreender os processos que ocorrem e que se relacionam com um qualquer facto social, saber descrevê-lo, caracterizá-lo, explicá-lo. É como se estivéssemos dentro dele e soubéssemos a sua origem, a história, as mudanças, uma a uma, e conseguíssemos ter uma ideia da sua evolução, identificando os riscos e as possibilidades.

- Isso dá muito trabalho...

- Sim, dá algum mas tudo o que nos faz sentir verdadeiramente felizes dá trabalho, exige de nós luta, dedicação, esforço, persistência. O conhecimento implica tudo isso mas quando se atinge é muito compensador. E há sempre a possibilidade de escolher, entre ter conhecimento ou ficar no desconhecimento, ou seja a situação que traduz a ausência de saber, de conhecimento, de capacidade descritiva e explicativa. Esta escolha é pessoal.

- E não nos faz mais felizes do que se ficarmos ignorantes, pois não?

- Isso depende de cada um de nós. A grande diferença está na capacidade de gerir o conhecimento...

As flores da Celeste

Celeste tem um jardim que tem vindo a cuidar desde que se lembra de existir, plantando as flores de que mais gosta e algumas árvores, limpando as ervas daninhas que só perturbam o crescimento das outras, as folhas velhas e varrendo os lixos que vão ficando no solo. Ali vivem pássaros, numa coexistência pacífica com as plantas, que esvoaçam e cantam alegrando as suas manhãs e o final do dia.

Celeste aprendeu a gostar do seu jardim e a cuidá-lo com o pai, a quem chamava carinhosamente de Girassol, por ser o símbolo da dignidade e do respeito, flor grande, colorida, alegre e luminosa que era para ela uma referência, pelo que abundava no jardim, inspirando-lhe os melhores dos sentimentos e estados de alma.

Cada planta tinha, para ela, um significado e tratava-as como amigas para a vida, confiando-lhes os seus maiores segredos, desejos e anseios mas também as suspeitas, as angústias e os receios. Era na sua companhia que ria com gosto, reflectia e chorava, nos momentos em que a desilusão superava o sonho e se sentia perdida, sem rumo e sem amparo, procurando abrigar-se debaixo de uma Acácia, desde que branca ou rosada, para dela receber a constância, ou quando em sonhos o seu “príncipe” surgia, procurava inspiração junto da acácia amarela, não revelando pormenores do seu amor secreto.

Houve tempos em que a sua dedicação ao Narciso ultrapassou os limites, flor vaidosa e egoísta que se amava a si própria não se preocupando sequer em reconhecer o amor que ela lhe tinha porque nem dele dava conta, tal era a sua altivez e importância. Magoada e triste, Celeste retirou o Narciso do jardim e colocou um conjunto de outras flores para que não sentisse falta do aspecto superior do ingrato Narciso: os Amores Perfeitos, pelas recordações; a Begónia, pela cordialidade; a Margarida, pela inocência; a Violeta, pela lealdade; a Orquídea, pela perfeição; o Miosótis, pelo amor sincero. Noutro canto do jardim, plantou Camélias de cores diferentes: vermelha, pelo reconhecimento; branca, pela beleza perfeita; rosada, pela grandeza de alma; e Dálias, pela delicadeza. Não podia deixar de plantar rosas, com muitos espinhos e que lhe davam muito trabalho a tratar, ameaçando a todo o momento picá-la se a atenção não fosse a devida: a branca, para o silêncio; a rosa, pela amizade; a vermelha apaixonada; e amarela para os momentos de suspeita, quando a traição imperava.

À volta do jardim, Celeste colocou bambu, por representar a força e a protecção que ela tanto precisava para que o seu jardim fosse o mais bonito da rua e as suas plantas as mais felizes. Porque se elas estivessem felizes, Celeste também estaria...

sábado, 15 de outubro de 2005

Sabedoria...

Atlas Universal Expresso - África


Já saiu o número do Atlas Universal do Expresso dedicado a África. Trata-se de um documento com 120 páginas a cores, com cartografia interessante relacionada com temas específicos e uma breve caracterização país a país. Vale a pena. ISBN é: 972-9183-80-5

sexta-feira, 14 de outubro de 2005

Dormir é... BOM!

Ao contrário do que muitos dizem, que a dormir não se vive e não se aprende, eu acho que dormir é uma das actividades mais magníficas e deslumbrantes a que somos dados. A dormir vive-se e aprende-se e, melhor ainda, ao acordarmos de um sono prolongado e reconfortante, estamos muito mais habilitados para ter um bom dia e fazer face às eventuais dificuldades com que venhamos a deparar.

Dormir faz bem ao espírito e ao físico. Comecemos por este último: fisicamente falando, dormir é uma actividade que sabe bem e dá prazer. É absolutamente incomparável a sensação do corpo relaxar e descontrair quando, pouco a pouco, os músculos distendem, a temperatura aumenta atingido um nível de conforto ideal e psicologicamente perdemos a consciência dos ruídos, do frio exterior, da luminosidade ou de qualquer outro estímulo. É a ideia do “morninho” entre lençóis, com tudo aquilo a que temos direito, com o simples objectivo do descanso que é absolutamente sedutora e aliciante. E para isso recorremos a artefactos vários: um cobertor, ou dois, ou três, ou um edredon, ou a feliz conjugação dos dois, principalmente nos dias em que o frio ultrapassa o limite do razoável e da compreensão, e ainda o infalível saco de água quente.

Depois, a possibilidade de soltarmos o pensamento e a racionalidade, deixando-nos ir pelos caminhos misteriosos do sonho, onde o subconsciente e o inconsciente dão corda às revelações, permitindo-nos viver outras vidas, com a imagem de nós mesmo a observar as cenas como se fossemos um aparelho de registo de acções, pensamentos e sentimentos alheios, ou a nossa própria vida em situações estranhas, misturando personagens e contextos. E, sem percebermos como ou porquê, durante o sono, tudo pode acontecer, correndo bem, mal ou ficar simplesmente indefinido, tal como na vida, aproximando a ficção à realidade.

E, por fim, quando nos está a saber tão bem, acordamos, com o desagradável som do apito de um barco a sair pelas colunas do despertador, com música mais ou menos agradável em função do dias e dos postos, com os primeiros raios de sol, ou os segundos, ou os terceiros, ou com a voz de alguém que ficou com a incumbência de nos trazer ao estado consciente uma vez mais. E os músculos readquirem força à medida que nos vamos espreguiçando, uma ou várias vezes, com um prazer infinito. E estamos prontos para mais um dia...

Frases para reflectir

Frases para Reflectir é um novo blog. Vale a pena passar por lá porque, apesar de estar ainda no início, as frases introdutórias indiciam que o que virá a seguir terá muito interesse. De ser lido e digerido através de uma reflexão profunda com interiorização. Aqui fica uma:

"Quando estiveres demasiado atarefado, não esgotes a tua energia preocupando-te com tudo o que ainda falta fazer. Estabelece prioridades e reconhece o teu valor frente a tudo o que vais realizando." Cherry Hartman

 

quarta-feira, 12 de outubro de 2005

Loira mas... de peruca!


A propósito do meu “desejo de ser loira por um dia”, porque por mais tempo não conseguiria, a criatividade do João, no novo Água Lisa foi admirável ao apresentar uma proposta irrecusável: a da peruca, com fotografia e tudo! Quando o desejo regressar, vou tirar uma fotografia para depois comparar a realidade com a possibilidade :-) Aqui fica, para já, a realidade... Porque a comparação pode ser feita através da magnífica proposta do João. É que depois de ver... acho que não conseguia ser "loiraaaa" nem por uma hora. O Eugénio também tinha razão!

Entrevista RDPÁfrica: Fórum da OIT sobre Turismo

No próximo domingo, 16 de Outubro, pelas 8h30 (hora de Portugal) será, por mim, apresentado o Fórum da OIT que está a decorrer até ao final do mês de Outubro sobre turismo em www.inclusão-palop.org, através de uma entrevista que foi hoje gravada. O Programa é MANHÃ INFORMATIVA, animado pelo jornalista LUÍS LUCENA (entre as 7h e as 10h da manhã). O resultado da entrevista é muito positivo atendendo que o objectivo é a divulgação e o convite alargado à participação de todos os interessados. Seguem as frequências da RDPAfrica para quem estiver interessado em ouvir.

RDPAfrica FM

 

País

Local

MHz

Portugal

Lisboa

101.5

Cabo verde

Ilha do Sal
Ilha de Santiago
Ilha de S. Vicente
Ilha da Boavista
Ilha de S.Antão
Ilha de S.Antão

97.5
105.2
93.9
95.1
105.2 95.7

Guiné-Bissau

Nhacra
Gabú
Catió

88.4
100.0
96.9

Moçambique

Maputo
Beira
Quelimane
Nampula

89.2
94.8
89.0

91.9

S. Tomé e Príncipe

Ilha de S.Tomé
Ilha do Princípe

92.8 101.9

 

 

Palavras reconfortantes

terça-feira, 11 de outubro de 2005

Tenho um desejo: ser loira por um dia

Dava tudo para ser uma loira como as das anedotas. Não por muito tempo, é certo, porque com certeza que me fartaria, mas por um dia... seria bom. Muito mesmo! Não percebem? Passo a explicar porque é mesmo muito simples. Estava eu hoje no ginásio, onde fui a uma aula de danças latinas, que invariavelmente resulta numa grande animação e excitação dos participantes, com perda de calorias à mistura, fui até ao balneário para tomar o duche necessário e pus-me a observar. Já sei que isso não se faz mas sinceramente não foi por mal, talvez por deformação profissional, dou comigo, muitas e muitas vezes, a ouvir conversas alheias e os olhos saltam de imediato para os interlocutores, ficando presos no seguimento da conversa e nos gestos em frente ao espelho, que traduzem muito. É uma ocupação fenomenal e normalmente aprendemos mais do que poderíamos pensar. Eu aprendi que ser-se “loiraaaaaaaaaaaa” não deve ser assim tão mau porque os questionamentos a que estas pessoas são dadas não as torna tão infelizes quanto eu às vezes me sinto. Então sinteticamente, as conclusões a que cheguei foram:

  1. as “loiraaaaaaaaaas” são fisicamente magras, qb, bem torneadas e dotadas pelo Criador dos requisitos mais apreciados pelo sexo masculino, muito preocupadas com a sua imagem para agradar, o que significa: não engordar; não ter celulite; manterem-se jovens, e com cara de bonecas, sem rugas, sem papadas e sem olheiras; ter os cabelos compridos e bem cortados, com nuances ou mesmo pintados, soltos e com um aspecto apetecível para serem tocados, sendo balanceados com meneios de cabeça em frente ao espelho, ensaiando sorrisos e perspectivas, ou quando andam com uma sensualidade estudada,
  2. as “loiraaaaaaaas” conversam umas com as outras com a simpatia possível de quem é grande amigo quando se encontra, com cumprimentos exuberantes e elogios infinitos, mas que, na realidade, se odeia de morte porque a outra é mais gira, tem mais homens atrás, casou com um homem pôôôôdre de rico e suuuuuupé giro, que a adora, e tem filhos liiiiiindos de morrer, vive numa casa faaaaantástica, vai passar férias aos sítios da moda, nunca precisou de fazer nenhum na vida e ainda passa os dias a lamentar-se de qualquer coisa,
  3. os temas de conversas das “loiraaaaaaas” passam invariavelmente pelo carro, pelas compras e recentes lojas descobertas, restaurantes magníficos com empregados giríssimos que as galanteiam e que fazem imensos ciúmes aos seus incansáveis acompanhantes, que são uns amôôôres”, só porque estavam com um decotezinho de nada; o sucesso que foi a festa amarela, do champanhe ou dos malmequeres, e quem saiu com quem... descrições giríssimas de infidelidades e bebedeiras que uma delas não assistiu porque estava a dançar na pista ou fora até à praia ali mesmo em baixo do varandim namorar um bocadinho; o cabeleireiro ou as unhas; o veterinário dos cães, que por sinal é suuuuuupé competente, tãããão atento, e ainda por cima giríssimo... claro!

As “loiraaaaaas” são mulheres que procuram a felicidade, não se chateiam verdadeiramente com questões de grande profundidade porque essas fazem rugas, olheiras, papadas, não cativam os homens, não dispõem bem para as compras, dão à tez uma tonalidade pálida e ao olhar uma expressão de infelicidade. Essas questões mais importantes, e que são uma canseira, são naturalmente remetidas para os homens, que não precisam de ser bonitos, mas simpáticos, conversadores, galanteadores e ter vontade e disponibilidade qb para as manterem. E se forem giríssimos, tanto melhor, mas serem "uns queridos" já é o bastante.

Sabem o que mais? Quero ser loira, nem que seja, por um dia!!!!

Viver...

segunda-feira, 10 de outubro de 2005

Uma referência

Andava eu aqui num desassossego, depois de ter imprimido as referências para o Congresso sobre a protecção de Tartarugas Marinhas que se vai realizar em Creta em Abril de 2006, para levar comigo até Coimbra, just in case dos alunos da manhã faltarem... estar ocupada a preparar o resumo e, para descontrair, lá fui eu blogar e viajar através de reflexões alheias. E fui ter ao BLOGDAMARTA. Levezinho e sonhador, pessoal, emotivo e emocional, saboroso e com uma vertente cultural. Vale a pena passar por lá.

domingo, 9 de outubro de 2005

Palavras para quê... é o povo português!

Estou estarrecida, alucinada, siderada! Não posso acreditar nas notícias que acabei de ouvir... só pode ser engano dos meus ouvidos por excessiva concentração num texto que estou a escrever para ser publicado numa revista. Como só estou a pensar em turismo, roças e São Tomé e Príncipe, só posso ter ouvido mal.

Ganharam: a Fátima Felgueiras; o Isaltino; o Valentim Loureiro...?! E com margens que não deixam margem para dúvidas. Digam-me por favor que eu estou enganada! Que o povo português não é completamente desprovido de discernimento, que não gosta de ser enganado, que merecemos mais, muito mais do que ser passados por parvos. Não! Recuso-me a acreditar! Digam-me que os portugueses não são totós, que são pessoas inteligentes e que sabem separar as águas. Digam-me que eu estou completamente errada e que as eleições são momentos de democracia importantes, que resultam do exercício mais puro de cidadania.

Por favor, alguém que me contradiga porque não posso acreditar na pouca vergonha do país onde nasci. Palavras para quê...?! Portugal não faz as escolhas possíveis, faz mesmo as escolhas que merece. É isto, meus caros, o povo português... ok... olhem, vou ali e já venho. E depois, não se esqueçam, venham-me cá falar em nacionalismo e patriotismo...

Diferenças

Há algumas alturas nesta vida em que me sinto diferente da maioria. Isso não é bom nem é mau. É apenas uma constatação.

Uma dessas ocasiões é sempre que há jogos de futebol. Sim, gosto de ver um bom jogo, daqueles emocionantes, preferencialmente em que Portugal jogue e melhor do que ontem, mas estou longe de ser ferranha. Também tenho as minhas simpatias pelo Sporting, que na maioria servem para “picar” o meu sobrinho, porque estou longe de ser adepta.

Outra dessas ocasiões são as momentos eleitorais. As eleições são uma chatice, tal como as discussões entre os candidatos, as tricas de uns e os podres de outros, as disputas familiares sempre que há diferenças de opinião e, pior que tudo isto, a falta de divulgação séria e consciente de quem são os candidatos. A verdade é que, pode parecer estranho e vergonhoso, até ao dia de hoje não me chegou qualquer informação com ou sem visualização das caras, dos candidatos, por exemplo à Junta de Freguesia da área da minha residência. Mas afinal, nas autárquicas, não seria suposto escolhermos pessoas em vez de partidos?

A política é uma chatice. Não gosto e estou cansada. A propósito... só vou votar agora... o que revela bem o interesse que tudo isto me desperta...

Must love dogs

“O coração aumenta a capacidade de amar depois de se ter sido rejeitado”, frase que ouvi repetidamente, ao ver o filme “Must love dogs”, com um sorriso estampado na cara e que, reconheço, dava-me uma expressão um pouco apatetada. Pois é, um daqueles filmes que, não sendo excelentes, fazem sorrir, deliciam os mais cépticos no que ao amor diz respeito, enternecem no final depois de nos terem enraivecido em algumas situações e na presença de algumas personagens. Os abandonados/rejeitados e que se cruzam graças às inovações tecnológicas são a Diane Lane e o John Cusack, havendo outros encontros, desencontros e reencontros durante o filme. A história é divertida pelo irrealismo, fazendo-nos perceber que nem tudo é o que parece e que muitas e muitas vezes a felicidade pode ser bem mais simples de encontrar do que se pensa à partida. A frase pode até ser demasiado generalista mas soou-me bem. É que... não elimina a esperança... e isso é que é o importante!

sábado, 8 de outubro de 2005

Parabéns Angola!

Os “Palancas Negras” estão de parabéns e assim estão os povos lusófonos. O Mundial de Futebol vai ser marcado pela lusofonia e esperemos que Portugal se porte como deve ser esta noite, correspondendo às expectativas criadas.

sexta-feira, 7 de outubro de 2005

Intuição...? Não Obrigada!

Sempre ouvi dizer que a intuição é uma vantagem e que são sortudos todos os que nasceram com esta característica. E mais, quando me falam em pessoas intuitivas, referem-no com uma pontinha de inveja e alguma mágoa por terem nascido sem esse suposto dom magnífico, que as ajudaria a compreender antecipadamente algumas situações e a precaverem-se contra os malefícios de certos olhares e acções.

Para ser franca, nunca entendi muito bem a ansiedade pela aquisição de uma gotinha de intuição. Na verdade, a intuição não dá felicidade a ninguém, muito antes pelo contrário. Antecipa o sofrimento e a tristeza em 90% dos casos porque normalmente só se pressente o que não é bom. E isso não é uma vantagem. É sim uma garantia de desassossego, de desconforto, de desconfiança, e de outros des que só contribuem para uma vida menos facilitada. Pois eu vos garanto, se pudesse escolher e me perguntassem, responderia sem pestanejar: Intuição...?! NÃO, OBRIGADA!

Coisas boas desta vida

Esta vida tem coisas boas, maravilhosas, magníficas, deslumbrantes, tranquilizadoras, apaziguadoras. Uma aula de Yoga faz maravilhas, pela descontracção. Uma sessão de hidroginástica revitaliza o espírito e dá leveza ao corpo, pelo contacto com a água e pelo tom de brincadeira que está presente do princípio ao fim. Uma caminhada à beira mar transforma o desalento em alegria enérgica. Uma aula de bodybalance faz tudo isso ao mesmo tempo. Diverte, dinamiza e revigora, descontrai e tranquiliza, fazendo-nos crer que entre nós e as forças menos positivas não houve qualquer encontro. Vale por si só!

Manual de sobrevivência em meios socialmente hostis

Presenciando cenas pela manhã bem cedo recordo uma pessoa que conheci em São Tomé e Príncipe há uma eternidade e de quem perdi o rasto há ...