Um blog sobre a vida. Ilusões e sonhos, venturas, algumas desventuras, muitas realizações com a frustração necessária para alcançar o desejo da felicidade. Uma vida que se pretende feliz e preenchida por vivências sentidas. por Brígida Rocha Brito
sábado, 13 de agosto de 2005
sexta-feira, 12 de agosto de 2005
Fim de semana... GRAAAANDE!
Ina ina ina! Hoje começa um fim de semana grande. É óptimo porque quando chega a domingo, tenho a sensação de continuar de fim de semana e na 2ª feira parece-me domingo. O que significa que a semana que vem é mais pequenina e que o novo fim de semana está mais perto. Bem, para mim as semanas são mais ou menos iguais e não tenho o stress do trânsito, das filas e da irritação dos horários a cumprir. Mas é bom sentir um pouco de quebra da minha rotina, nem que seja por haver mais gente por perto, perto de mim. Gosto de sentir a presença dos “meus”, dos que me compreendem, ou nem sempre conseguem mas que tentam. E depois é altura de fazer coisas diferentes, de me aproximar ainda mais da natureza, que é onde me sinto mesmo bem, de ir à praia e pôr os pés na areia molhada e sentir a água salgada, mais fria, muito mais mesmo, do que em África, que era magnífica, e de fazer petiscos. Que bom, estamos de fim de semana graaaande!!!!
Revitalização
Para revitalizar o espírito, nada como uma aula de hidroginástica, daquelas bem “puxadas” em que não se pára nem por um minuto para descansar. Magnífico! O desporto em água gera um efeito múltiplo: dá energia e descontrai, apazigua a alma e tonifica o corpo. Numa expressão, liberta o stress. Saio daquelas aulas outra pessoa. E de pensar que “dei umas férias prolongadas” ao clube... não voltarei a cometer este erro!
quinta-feira, 11 de agosto de 2005
A Tia e o Jardim Zoológico







quarta-feira, 10 de agosto de 2005
PERCEBERAM?
É comum e absolutamente terrificante quando, no meio de um jantar de família para comemoração dos anos de alguém, Natal ou Páscoa, um tio ou uma tia, que nos habituámos a ver pouco, nos pergunta quando é que casamos e porque é que não pensamos em ter filhos. Dá vontade de fugir para bem longe, mas como não o podemos fazer, apetece dizer, com um sorriso o mais natural possível mas que sai forçado, que preferimos os filhos dos outros, os sobrinhos, porque ficamos pelo afecto e pela brincadeira, somos mais permissivos e só temos a parte boa. Os filhos responsabilizam-nos mais do que normalmente desejamos e nem sempre estamos dispostos a abdicar da vida confortável e egoisticamente formada, cheia de liberdade e de individualismo. E depois ainda temos vontade de dizer que o casamento se vai fazendo conforme se entende, ao ritmo de cada um e sem a formalidade do tradicionalmente estabelecido. Mas ficamo-nos pela vontade de exprimir o descontentamento em relação às dúvidas de cada um e respondemos com evasivas sorridentes enquanto vamos até à cozinha para ir buscar um copo que não faz sequer falta na mesa, esperando que, no regresso à sala, o tema tenha mudado para as Presidenciais... É que a fama de ter mau feitio não nos abandona e, se a resposta saísse na medida certa que a pergunta requeria, a vida familiar no geral sofreria os efeitos do desconforto e, por certo, o encontro daquela noite não correria da melhor forma. E, na verdade, não vale a pena explicar por A+B, a quem não entende alguns pormenores, que a vida alheia só a si diz respeito.
Mas pior e relativamente inédito é quando nos encontramos com alguns amigos que já se constituíram como casais, sendo um deles ex-namorado de longa data e, de repente, no meio da conversa alguém pergunta: “E tu, quando arranjas um gajo porreiro, não é um como aquele da outra vez que te tratou mal e não prestava, mas um que te faça bem, que te queira para sempre e possas pensar em ter filhos?”. A perplexidade é total e apesar da boca se abrir, uma pessoa fica como peixe fora de água, os sons não saem e nem uma palavra se articula, apesar dos lábios se moverem, pelo que o discurso desconfortável continua: “Tu tens tanto para dar e devias pensar em ter filhos, olha que o tempo passa mais depressa do que pensas. Não esperes mais 20 anos para te juntares a alguém...”.
Pois até é verdade: o tempo passa e a vontade de ter filhos próprios, para não sentirmos que estamos a compensar a falta que nos fazem com os filhos dos outros, aumenta; a necessidade de ter um afecto torna-se por vezes insuportável porque a companhia com que sonhámos durante anos simplesmente não existe; a pessoa que desejámos para estar ao nosso lado todos os dias, que devíamos ter escolhido e que nos deveria ter desejado, que queríamos que estivesse sempre ali para nos ouvir, confortar, ajudar a ultrapassar dificuldades, partilhar momentos felizes e alegrias, construir uma vida, essa não passa de um sonho.
Mas a vida é assim e nem todos casam, como nem todos têm filhos, e nem todos conciliam os dois desejos num só. Não por falta de vontade própria mas por falta de encontro de vontades. E quando é assim não vale a pena correr atrás de um sonho que não tem condições para ser realizado.
E perante o cerco de perguntas, só dá vontade de responder aos gritos, para que nunca mais ninguém se esqueça dos nossos motivos e não volte a perguntar: Não, não casei até hoje porque os homens que passaram pela minha vida foram todos uns estafermos, porque não soube escolher e privilegiei sempre a emoção arrebatada à segurança tranquila, porque cresci a acreditar que dentro da maioria dos homens há bons sentimentos, que os transformam em príncipes doces e encantados. Só que eles não são assim, pelo menos os que conheci e pelos quais me apaixonei: de príncipes pouco ou nada tiveram. E até poderia argumentar que espero o tempo que for preciso entre uma entrega e outra, porque só consigo estar com um homem quando gosto dele, quando tenho sentimentos fortes e arrebatados e que, nesta altura, simplesmente não me apetece tê-los de novo, nem vejo por quem, que não sei quanto tempo esta fase vai durar mas que pode demorar uma eternidade e que também isso não me está a preocupar porque agora tenho outras prioridades. E dá vontade de perguntar: PERCEBERAM????
Guiné Bissau: Já está!
A Comissão Nacional de Eleições deu razão a Nino Vieira e Sanha não se conforma: vai apelar ao Supremo. A novela continua e os guineenses perdem com as estratégias individuais de liderança e de lutas pelo poder. Ironicamente penso que estamos perante a Guiné Bissau no seu melhor... Dá vontade de pedir: por favor, organizem-se... Mas parece que ninguém quer escutar o apelo.
Face ao contexto, espero sinceramente que os erros do passado não se repitam e que todos, sem excepção, trabalhem a favor da construção da paz, na busca da estabilidade e da melhoria das condições de vida das comunidades, trabalhando directamente com elas, a nível local.
E espero que este não seja apenas mais um dos meus sonhos africanos...
terça-feira, 9 de agosto de 2005
Conformismo
E, ao ouvir esta letra na rádio, agorinha mesmo, dei comigo a pensar... - Retirado de “Separated Lives” de Phill Collins
“You have no right to ask me how I feel
You have no right to speak to me so kind
We can't go on just holding on to time
Now that we're living separate lives
Well I held on to let you go
And if you lost your love for me, well you never let it show
There was no way to compromise
So now we're living (living)
Separate lives”
E pronto, é a vida… o que se há-de fazer? E, já agora fica no ar a pergunta: porque é que as letras das músicas, às vezes, têm tanto que ver com a nossa própria vida? Um dia há-de ser diferente... quem sabe? E se não tiver de ser, paciência!
PROCURA-SE UM AMIGO
Por Vinicius de Moraes
Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar. Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objectivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.
Site do Café e Companhia, STP
Em São Tomé e Príncipe há vários cafés e um deles destaca-se pela excelente localização, já que é muito central, pela decoração, cujo tema principal é o café, ou não estivéssemos na terra dele, pelo atendimento cordial, atencioso sem se tornar chato e servil, pela qualidade do que se encontra e consome. Além do mais, é o local de encontro privilegiado. O “Café e Companhia” tem finalmente uma página da net, que merece uma consulta. Está muito bonita porque simples, directa e objectiva, de fácil acessibilidade, apresenta fotografias e informações úteis, tais como os horários de atendimento, os serviços, a possibilidade de consultar internet. E tem uma vantagem acrescida, as versões em português e inglês.
E já agora, quem estiver interessado em investir em África e mudar de vida, tem ali uma óptima oportunidade: os exploradores querem vender porque regressam a Portugal. Para contactos: Maria João em mjpombo@hotmail.com
segunda-feira, 8 de agosto de 2005
STP de luto, morreu o cantor Camilo Domingos

Morreu o cantor santomense Domingos Lopes Gomes - Camilo Domingos - natural do Príncipe, com três discos de Ouro em 22 anos de carreira.
Tinha 40 anos. É uma perda para a família, para São Tomé e Príncipe e para o Mundo.
A música é uma das formas mais bonitas de eternizar a cultura de qualquer povo e os cantores africanos sabem-no fazer de forma ímpar, apesar das dificuldades que sentem de forma acrescida.
Portugal no seu melhor
Chegamos a Agosto e Portugal quase pára, o que tem aspectos muito magníficos e outros que nos transformam a vida num inferno, para não dizer desespero. Quais são os sintomas? Por um lado, os telefones tocam menos, deixamos de receber fluxos de mails de distracção, que em certas ocasiões nos entopem a caixa de correio, o trânsito reduz de forma radical, há quase sempre lugar nos restaurantes, os vizinhos vão de férias e o barulho diminui. Mas... quando precisamos de uma informação, da mais simples à mais complicada, e contactamos os serviços que nos podem, ou devem, esclarecer, deparamos com uma infinita perplexidade, como se fossemos completamente burros e as questões que colocamos não fizessem qualquer sentido. Mesmo quando alegamos prazos a cumprir, ouvimos a má vontade expressa em palavras e suspiros que desencorajam alguns e enfurecem os restantes. Se os contactos são telefónicos, desligamos com a estranha sensação, porque difícil de gerir, de termos incomodado sem motivo a pessoa que nos atendeu e quase nos sentimos na obrigação de pedir desculpa e fazer uma vénia, sabendo até à partida que ninguém nos vê. Mas com as novas tecnologias, nunca se sabe bem quem nos pode ver, porque ouvir, ao que parece é possível e comum. Mas pior que tudo, desligamos o telefone mais confusos do que estávamos antes de ligar e as dúvidas, além de não terem sido esclarecidas, multiplicam-se! E assim temos de viver... num Portugal que está no seu melhor!
Bioterra: educação ambiental na blogosfera
É sempre um prazer visitar o Bioterra: aprende-se de forma ligeira e levezinha, com a sensação de estarmos rodeados de ambientes agradáveis porque naturais e preservados. Uma forma muito interessante de promover a educação ambiental através da blogosfera. As imagens são fantásticas, os links de uma imensa utilidade, actuais e ricos em informação, e as mensagens levam-nos a reflectir sobre o futuro. Vale a pena mais uma incursão a este blog verde, azul e da cor da terra.
Galeria de Exposições do Centro Cultural Luso-Moçambique
Artistas africanos têm em Lisboa uma galeria que mostra alguns dos seus melhores trabalhos. Com pouco mais de seis meses de funcionamento, a Galeria de Exposições do Centro Cultural Luso-Moçambicano, na Loja 43 do Centro Comercial Apolo 70, promoveu seis exposições.
Com 235 sócios, o centro visa actuar em diversas áreas para além da Cultura, com realce para a área social, onde se acompanham cidadãos moçambicanos com menores recursos, hospitalizados, presos, mulheres e crianças.
A literatura africana é entendida como uma componente importante para a divulgação das línguas, tendo o Centro o objectivo de editar jovens escritores.
Neste momento, a Galeria tem em exposição obras de Malagatana, Lívio de Morais, Magina e Heitor Pais, que podem ser adquiridas.
sábado, 6 de agosto de 2005
Só pode ser...
Brincadeira...! E, no caso, de mau gosto! A discrepância na contagem dos votos na Guiné Bissau é de 2 votos... ?! Os descontentes só podem conformar-se, portanto, e respeitar os resultados. Mas lá que não soa bem... pois não soa! Mais informações no ExpressoÁfrica.
sexta-feira, 5 de agosto de 2005
Ao meu Pai
Há dias que ficam para sempre gravados e registados em nós, minuto a minuto, tornando-se impossível esquecê-los. Hoje é, para mim, um desses dias. Faz nove anos que o pior dia, por mim vivido até à data, aconteceu. Um dia triste que nunca esquecerei e que mudou, para sempre, a minha vida. A partir do dia 5 de Agosto de 1996 transformei-me.
E se, por um lado, o tempo voou, por outro, tenho a sensação que parou porque as lembranças permanecem muito presentes. Porquê? Porque “TU” eras uma pessoa infinitamente especial, pela bondade e dedicação, pelo cuidado e atenção, pela compreensão e entrega a todos os que precisaram, em algum momento de “TI”. Porque é impossível não nos lembrarmos de “TI” e da falta que nos fazes. “TU” foste o pai que, se pudesse escolher, preferiria ter, mas que por não ter tido essa possibilidade, afirmo com certezas que fui bafejada pela sorte por ser “TUA” filha, ter crescido e aprendido contigo a ser quem sou, acreditando no amor e na amizade, respeitando as diferenças e procurando ser melhor no dia de hoje do que fui ontem.
E, se me ouvires, e acredito que sim, fica a saber que me fazes muita falta!
quinta-feira, 4 de agosto de 2005
Ainda a Guiné
E desta vez, trata-se mesmo de uma vergonha, nacional e internacional. No Pululu, o Eugénio explica.
quarta-feira, 3 de agosto de 2005
João Carlos Silva na Volta a Portugal em Bicicleta
O João Carlos Silva (“Na Roça com os Tachos” e Roça de S. João) vai estar presente na Volta a Portugal em Bicicleta, a acompanhar a RTP, não como corredor mas como animador, com os tachos e os petiscos que tão bem sabe confeccionar.
Aqui fica a dica para quem estiver por perto do circuito e quiser provar (ou relembrar) e apreciar os sabores africanos e equatoriais de São Tomé e Príncipe. E como a Volta está quase a começar...
terça-feira, 2 de agosto de 2005
Recordações e Perplexidades
Ontem não pude estar em casa durante o dia porque iam dar mais “uma de mão” de verniz no chão. Uma vez em Lisboa, cidade que, de dia para dia, menos me encanta, até porque me deprime e angustia, e sem nada para fazer, decidi passear pelo Parque nas Nações. Este é um local que conheço bem e que faz parte das minhas ternas recordações no que aos afectos diz respeito. Foi um dos locais onde mais namorei com um dos homens mais doces que passou pela minha vida: também é verdade, e convém esclarecer, que foram poucos, por isso é fácil defini-los um a um.
Estávamos no início da década de 90 e o chamamento por África fazia-se ainda sentir de forma ligeira e pontual, já que a minha vida era feita em Portugal e eu não equacionava sequer a possibilidade de ter uma vida diferente da maioria das pessoas da minha família e dos meus amigos. Namorámos cinco anos, conjugando encontros, alguns desentendimentos e muitos momentos felizes, que resultaram numa aprendizagem mútua que nos conduziu ao que hoje somos: verdadeiros amigos, daqueles em quem seguramente podemos contar sempre, para sempre, venha aquilo que vier e aconteça o que acontecer.
A Exposição Mundial de 1998 veio transformar por completo aquela zona e as imagens que guardo, eternizadas pelo tempo. Em 1998 já não namorávamos e, por todos os motivos e mais alguns, resisti à Expo 98 e pouco a visitei. Aquele local guardava, para mim, um saudosismo tão terno quanto triste e tornou-se penosa uma simples visita. Custava-me muito voltar àquele sítio e como ninguém percebeu as minhas razões, porque eu também não as expliquei, fui chamada de todos os nomes possíveis e imaginários pelos mais próximos, verdadeiros adeptos e defensores da revitalização do espaço e da filosofia da Exposição.
No tempo em que todos corriam em direcção à Expo com uma estóica paciência que os fazia aguardar durante horas infinitas e ao sol só para entrarem num pavilhão estrangeiro e apreenderem imagens, sons ou sensações, recolherem folhetos promocionais ou qualquer outro brinde, eu fugia do Parque das Nações. Quanto mais longe melhor. Vá-se lá saber porquê ontem apeteceu-me visitá-lo. Sozinha, ou melhor com duas revistas da treta na mão, percorri o espaço de lado a lado. Vi casais apaixonados, cães em correria desenfreada ao sabor do vento, homens a praticar desporto, correndo ou pedalando, crianças a rir e idosos a descansar, em contemplação do rio. Até polícia montada em dois cavalos magníficos, cinzentos e musculados que queriam acelerar não lhes sendo permitido ultrapassar o ritmo lento do passo para o trote, quanto mais o galope.
Mas também vi um espaço onde fui tão feliz, parafraseando um apresentador de TV, melhorado e embonecado para a Expo mas que hoje... hoje foi abandonado, exceptuando alguns pontos que resistem persistindo. Os restaurantes fecharam, os antigos pavilhões não tiveram melhor destino, os embarcadouros não recebem barcos e o que seria suposto ser uma marina está simplesmente desactivado e fechado com um cadeado ferrugento... E foi isto a reabilitação da zona oriental de Lisboa? Talvez tenha sido mas de forma não sustentável e absolutamente desoladora...
segunda-feira, 1 de agosto de 2005
Referências curriculares
No África Minha há uma referência aos atributos do CV do Nino Vieira, extraída do DN. Realisticamente assustador e seria bom que os guineenses não se esquecessem do passado... Mas será que se esqueceram????
Manual de sobrevivência em meios socialmente hostis
Presenciando cenas pela manhã bem cedo recordo uma pessoa que conheci em São Tomé e Príncipe há uma eternidade e de quem perdi o rasto há ...
-
Depois de ter regressado a Lisboa, após a minha última incursão a São Tomé, não há dia em que não me lembre das maravilhas do arquipélago, d...
-
Andando de um lado para o outro na net, fui dar com o Verbumimagus , blog fantástico que divulga contos tradicionais de Cabo Verde. A reter ...
-
Este post é dedicado à Helena , uma variação do Calulu de Peixe. Proponho a versão de carne que na minha opinião é incomparavelmente melhor....