Uma, apenas mais uma. Que importância tem uma no meio de outras tantas? De todas as outras anteriores, maiores, mais profundas, mais importantes? Desta sairei bem, certamente, porque não me vou sequer deixar abater pela mágoa.
Um blog sobre a vida. Ilusões e sonhos, venturas, algumas desventuras, muitas realizações com a frustração necessária para alcançar o desejo da felicidade. Uma vida que se pretende feliz e preenchida por vivências sentidas. por Brígida Rocha Brito
segunda-feira, 22 de novembro de 2004
SE...
Durante o dia, a mesma ideia passava-lhe pela cabeça várias vezes:
"E se tivesse aceite os convites promissores que ele me fizera tantas e tantas vezes? Como seria? Onde estaria eu agora? E a fazer o quê? Seria eu mais feliz do que estou hoje? Teria ele tido coragem e vontade de mudar algumas coisas por mim? Poderia ele ter transformado a vida conturbada e cheia de mistérios que tem? Por mim? Só por mim?"
E as respostas vinham natural e sucessivamente, seguidas umas às outras:
"Não, não mudaria nada por ti. Não, não abdicaria dos esquemas e das redes relacionais que gosta de manter, porque fazem parte dele. Não, não te faria feliz, porque não pode e não quer. Não, não tem coragem nem vontade. Não, não és importante para ele, não o suficiente, e apesar de ele dizer que sim. Sempre o vai fazer e dizer para te tentar convencer, mesmo sem querer. Ele é assim e quem assim é, não muda. Onde estarias, como e a fazer o quê? Não questiones, se já sabes as respostas. Conclusão, fizeste o melhor por ti quando escolheste, quando optaste, quando decidiste que a única resposta possível era: NÃO!"
domingo, 21 de novembro de 2004
O Diário de Bridget Jones voltou
Não é por ser minha homónima, por representar a minha geração com uma correspondência e precisão indescritíveis ou por traduzir com humor e criatividade as maleitas sociais e relacionais da transição do século: a solidão relacional; os afectos não correspondidos; os sonhos desfeitos; as desilusões femininas provocadas pelos "bons malandros" deste mundo e vividas (sentidas) de forma hiperbolizada pelas moças solteiras e boas raparigas.
Mas o filme, apesar de não ser fiel ao livro na totalidade dos acontecimentos, é delirante e bem disposto. Faz do Mark Dirce um "príncipe" só possível em sonhos e da Bridget a típica trintona solteira em busca do afecto verdadeiro. Por estarmos nas proximidades do Natal, essa época mais do que magnífica para os sonhos e as ilusões, vale a pena ir ver porque o sorriso no final é garantido...
sexta-feira, 19 de novembro de 2004
A hora da refeição em STP
Uma das excelentes recordações que tenho de São Tomé são as refeições, aquelas em que usufrui da companhia de pessoas especiais e que propiciaram conversas longuíssimas, com temas aprazíveis, num tom misturado de ternura, confidência e conselho. Foram horas deliciosas que não se repetirão jamais, por mais que se tente e que se queira. O contexto definia o tema e as conversas tidas, e retidas na minha memória para que não fujam, foi aquele e não outro, naquele espaço, naquelas casas e naquela época. Foi uma das fases mais magníficas, deliciosas e envolventes que já vivi. Os qualificativos nunca serão suficientes para definir e caracterizar aqueles dias e aquelas noites, onde não houve tabus nem constrangimentos para se falar de tudo e de mais alguma coisa.
Inconscientemente aguardava pela hora das refeições e hoje sei que eram as minhas preferidas, porque eram os momentos exploratórios de cada um de nós, em que nos íamos dando a conhecer, em que trocávamos confidências e elogios, em que nos irritávamos e chamávamos a atenção um ao outro, procurando-nos melhorar mutuamente.
Depois havia as comidinhas que preparávamos ou que nos deixavam preparadas, estas mais ao almoço e as outras ao jantar. Mas essas merecem destaque num post único. Falarei dos pratos que experimentei mais tarde, e só de pensar neles fico com água na boca...
terça-feira, 16 de novembro de 2004
Os Afectos e Eu
"Afinal havia Outra, e Eu sem nada saber sorria". As histórias repetem-se, umas atrás das outras, com uma cadência ritmíca e um sentido kármico. Por mais que tente alterar o rumo dos acontecimentos, o ritmo e a ideologia reinante reforçam o mau karma da minha existência. O destino marca a hora e não há como evitar.
Acredito sempre, quase sempre, nos afectos, nas palavras e nos gestos que me parecem sinceros e genuínos. Mas quase nunca o são. E a tristeza decorrente da incerteza, da incompreensão, da frustração, do desencontro, da desilusão e da mágoa, regressa até mim para me fazer companhia por mais uma temporada. Também longa, longuíssima, como quase sempre. E eu estou sempre pronta a recebâ-la e a aceitá-la, porque já faz parte de mim.
Normalmente, aquilo que mais desejamos é o que mais dificuldade temos em conseguir. E a minha vida tem sido sempre marcada pela fatalidade da ausência, da frustração do desencontro, da paixão criada e alimentada sem continuidade, pela busca permanente e incessante de um afecto correspondido, que não seja a curto prazo, não tenha prazo de validade nem fim anunciado.
Acredito sempre, quase sempre, nos afectos, nas palavras e nos gestos que me parecem sinceros e genuínos. Mas quase nunca o são. E a tristeza decorrente da incerteza, da incompreensão, da frustração, do desencontro, da desilusão e da mágoa, regressa até mim para me fazer companhia por mais uma temporada. Também longa, longuíssima, como quase sempre. E eu estou sempre pronta a recebâ-la e a aceitá-la, porque já faz parte de mim.
Normalmente, aquilo que mais desejamos é o que mais dificuldade temos em conseguir. E a minha vida tem sido sempre marcada pela fatalidade da ausência, da frustração do desencontro, da paixão criada e alimentada sem continuidade, pela busca permanente e incessante de um afecto correspondido, que não seja a curto prazo, não tenha prazo de validade nem fim anunciado.
Tenho de admitir que, nesse ponto, serei feliz. Afinal, a filosofia da felicidade, segundo dizem, reside na busca, naquele "não sei quê" que nos faz continuar a tentar, a procurar, a desejar e por fim a sonhar. E o que mais tenho feito, desde que me lembro de existir, é procurar, sonhar, idealizar, desejar. Nem por isso tenho sido feliz nas escolhas que tenho feito. Talvez "mea culpa", ou talvez quem me tem escolhido me tenha interpretado mal. Talvez as duas coisas.
Se desejamos ardentemente ser felizes nos afectos e nos amores, com satisfação plena e contínua, num dar e receber, que gostaríamos de acreditar que fosse eterno, de forma a ser possível construir um projecto comum com "esse alguém" especial, que para nós seria único no mundo, porque o sentimento também era recíproco. Mas temos de lutar muito, muito mesmo, de forma permanente para que o afecto não se vá, o fogo do sentir não se esmoreça e a compreensão, em relação ao inexplicável e incompreensível, possa vencer.
Se desejamos ardentemente ser felizes nos afectos e nos amores, com satisfação plena e contínua, num dar e receber, que gostaríamos de acreditar que fosse eterno, de forma a ser possível construir um projecto comum com "esse alguém" especial, que para nós seria único no mundo, porque o sentimento também era recíproco. Mas temos de lutar muito, muito mesmo, de forma permanente para que o afecto não se vá, o fogo do sentir não se esmoreça e a compreensão, em relação ao inexplicável e incompreensível, possa vencer.
Porquê? Porque há sempre "Outra(s)" no caminho. Ou sou eu que apareço no caminho delas, sem saber ou sem acreditar, porque também me fazem crer que os caminhos e as vidas não se cruzam porque já nem existem mais. E afinal, existem... No caso, se tenho tentado ser resistente e vencer obstáculos intransponíveis, hoje sinto-me cansada... Tão cansada que nada mais faz sentido. Pelo menos, para já.
Um dia voltarei a sonhar, a idealizar, a desejar e a lutar. Não por um alguém mas por um afecto, por um sentimento, uma ligação, um projecto de vida.
Em S. Tomé, Janeiro 2004
domingo, 14 de novembro de 2004
Liberalização dos afectos
Há uns dias fui ao Nicola do Rossio petiscar um croissant com queijo e um sumo de laranja natural, enquanto aguardava a minha vez para ser atendida na Loja do Cidadão, e dediquei-me a uma das tarefas preferidas, ouvir a conversa da mesa ao lado. Já sei que não é bonito mas é deliciosamente sedutor partilharmos a vida dos outros e compreendermos as diferentes formas de vida, de ser e de pensar. Além do mais, as três protagonistas não demonstraram qualquer preocupação pelo facto de poderem ser escutadas e eu procurei ser discreta.
Qualquer uma não tinha mais de 25 anos, vestiam-se informalmente, misturando cores e padrões, de calças justas, que lhes marcavam as formas, nem por isso ficando bem, e "suficientemente" pintadas de cara e de cabelo para chamarem a atenção dos mais distraídos.
- O teu namorado é urbano-paranóico. Ontem ligou-me a perguntar por ti - afirmou a mais comunicativa para a mais bonita.
- Namorado? Não, já não é - respondeu a segunda.
- Acabaste? Quando? - perguntou a primeira a arder de uma curiosidade sorridente não disfarçada.
- Logo a seguir a ter-te ligado. Apanhei-o e ouvi tudo. Não podia continuar assim, expliquei-lhe como as coisas são comigo. Até vou viajar contigo, disse-lhe, e jantar, e sair, e de vez em quando até pode rolar mais alguma coisa. Mas sem compromissos e obrigações. Este controle todo não dá. Estou com quem quero e saio com quem quero. E até lhe disse, és queridinho mas contigo nada de compromissos. Era um esquema muito paranóico, quase obsessivo. Queria estar sempre comigo e a toda a hora. Não dava. Ele não é o único na terra, tás a ver?
- Fizeste bem, isso já nem se usa - respondeu a primeira deliciada com a decisão da amiga.
A terceira continuou a sorrir, sem abrir a boca para opiniar o que quer que fosse durante toda a conversa. Dito isto, levantaram-se, pagaram ao balcão e sairam, continuando a falar alto, gesticulando e rindo.
Qualquer uma não tinha mais de 25 anos, vestiam-se informalmente, misturando cores e padrões, de calças justas, que lhes marcavam as formas, nem por isso ficando bem, e "suficientemente" pintadas de cara e de cabelo para chamarem a atenção dos mais distraídos.
- O teu namorado é urbano-paranóico. Ontem ligou-me a perguntar por ti - afirmou a mais comunicativa para a mais bonita.
- Namorado? Não, já não é - respondeu a segunda.
- Acabaste? Quando? - perguntou a primeira a arder de uma curiosidade sorridente não disfarçada.
- Logo a seguir a ter-te ligado. Apanhei-o e ouvi tudo. Não podia continuar assim, expliquei-lhe como as coisas são comigo. Até vou viajar contigo, disse-lhe, e jantar, e sair, e de vez em quando até pode rolar mais alguma coisa. Mas sem compromissos e obrigações. Este controle todo não dá. Estou com quem quero e saio com quem quero. E até lhe disse, és queridinho mas contigo nada de compromissos. Era um esquema muito paranóico, quase obsessivo. Queria estar sempre comigo e a toda a hora. Não dava. Ele não é o único na terra, tás a ver?
- Fizeste bem, isso já nem se usa - respondeu a primeira deliciada com a decisão da amiga.
A terceira continuou a sorrir, sem abrir a boca para opiniar o que quer que fosse durante toda a conversa. Dito isto, levantaram-se, pagaram ao balcão e sairam, continuando a falar alto, gesticulando e rindo.
E eu fiquei a pensar cá para comigo - a juventude feminina virou liberal, estou a ficar velha. Onde paira o mito do "foram felizes para sempre" e o sonho de estar com alguém de quem se gosta e que só gosta de nós, terá sido trocado pela liberalização dos afectos? E os afectos existirão verdadeiramente ou as pessoas querem estar juntas só para não estarem sózinhas? É um bom tema a explorar com os meus alunos numa próxima aula de Sociologia quando lhes falar nas infinitas questões da vida quotidiana.
sexta-feira, 12 de novembro de 2004
Confissões de um Pescador...
- "Bem... Nem imaginas o resto da pescaria. Pesquei mais um peixe aranha. Depois mais um Sargo enorme, para aí umas 3 vezes maior do que o 1º que tu viste. Um espectáculo de peixe... E depois... Bem nem imaginas o que me aconteceu... Pesquei um corvo marinho... Daqueles pretos sabes...? Trazia no anzol um peixe pequeno. O corvo comeu-o e ficou preso no anzol... Era ver eu a puxar o carreto da cana a apontar para o ar e o corvo a voar na minha direcção. Nunca me tinha acontecido pescar um pássaro..."
- "Como assim??? Pescaste um corvo marinho??? Safa... isso é que é diversidade... mas espero que não o tenhas levado e depenado... porque isso não se come..."
- "Eheheheh... Bom... Espero que tenhas percebido que esta do corvo era mentira... afinal todo o pescador é um pouquinho mentiroso..."
Moral da história: Mas serei eu completamente loura???? Ou só burra mesmo? Crédula? Ou tansa? Bem... a ti até perdoo...
Lazer e espectáculos em Londres
E nem só de chás, scones, almoços e jantares vive Londres, cidade multicultural por excelência onde a diversidade de origens é uma realidade. Não se anda uma rua que não se vejam africanos, chineses e outros asiáticos, árabes, ocidentais de todo o lado do mundo. Ouve-se falar línguas estranhas, sendo de destacar o inglês (claro), o francês e o espanhol.
Mas por falar em cultura, o verdadeiro espectáculo é a diversidade de oferta de serviços culturais - teatros, concertos, óperas, musicais, estreia de filmes com actores como Pierce Brosnan, a fazer as delícias de todos.
A não perder, os ballets da Royal Opera House (eu assisti a Sylvia, lindo lindo de fazer sonhar sem parar) e os musicais em cartaz - são tantos que a dificuldade é escolher (eu assisti a Les Misérables). E ficamos com pena de não podermos assistir a todos porque os olhos ficam regalados, os ouvidos consolados e é uma benção para a alma e para o coração.
Restaurantes em Londres
Em Londres come-se caro porque também tudo é caro. Mas vale a pena jantar num bom restaurante, de preferência com uma boa companhia.
Numa noite especial em Londres não deixem de visitar alguns restaurantes:
- Criterion (ver), Piccadilly Circus, fantástica decoração, serviço irrepreensível, pratos deliciosamente apresentados, doces fantásticos
- Al Duca (ver), 4-5 Duke Of York St., Tf: 0207839 3090 - um restaurante italiano magnífico, recomendadíssimo
- Fung Shing, 15 Lisle St., Tf: 020 7437 1539 - o melhor chinês a que já fui, imperdível
Do café "Laville" em Little Venice (Egware St), a vista é magnificamente tranquila. Vale a pena beber um café a 3 libras...

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quarta-feira, 10 de novembro de 2004
Casas de Chá
Em Londres fui a várias casas de chá. De todas recomendo duas, absolutamente fantásticas, com um serviço irrepreensível, qualidade dos chás, dos scones e da pastelaria.
1. The Wolseley - 160 Piccadilly, London W1J 9EB, Tf: 02074996996 (vejam o menu)
2. Richoux - 86 Brompton Road, London, SW3 1EA, Tf: 02075848300
De volta
Estou de volta, depois de uns dias passados em Londres. Uma breve troca do sul pelo norte, do calor pelo frio, do sol pelo nevoeiro.
O nível de vida subiu muito desde a minha última incursão a solo britânico - por um café paga-se, nos locais mais apetecíveis, 3 libras. Foi uma noa altura para reduzir o meu vício de café porque, além de caro, era queimado e aguado.
Os parques continuam magníficos, as tonalidades contrastavam, apelando aos sentidos para a imagem de um Outono tão diferente do que se vive em Lisboa. Os esquilos multiplicaram-se e perderam a pouca vergonha que, há uns anos atrás, tinham dos humanos. Agora os parques são marcados por uma saudável convivência entre pássaros tipo pardal, corvo e uns azuis e brancos, grandes, que não sei o nome, patos, gansos e cisnes, esquilos e seres humanos. Como seres aparentemente tão diferentes se podem dar tão bem num convivência pacífica!
segunda-feira, 1 de novembro de 2004
Fase "Moçambique"
A fase "Moçambique" que marcou a minha vida fica em stand by, para já com algumas fotos publicadas. Sobre a experiência de vida que resultou de breves estadias, muito emocionais, escreverei mais tarde. Ainda é cedo. Talvez não seja ainda cedo porque já passou muito tempo. Mas tudo tem um começo e, desta vez, comecei por partilhar imagens legendadas. O mais ficará para depois. Talvez um dia...
Moçambique do céu
Sobrevoando Moçambique na chegada a Maputo. Um mundo novo se avizinha, marcado pelo desconhecido, pela surpresa e pela esperança seguida de frustração. Tudo é possível no sul do Mundo, ali até o Equador está distante...
Posted by Hello
O rio Limpopo
Num "cruzeiro" de fim de dia os cheiros são intensos, a luz cria contrastes evidenciando a cor do rio e as formas emergentes transformando-se.
Tudo parece calmo apesar de esconder uma ebulição de emoções em efercescência, que aproximam a atracção e a paixão, confundindo-as e confundindo-nos...
Posted by Hello
A margem de "cá"
A margem de "cá" do Limpopo permite-nos contactar com a densidade de um rio que atravessa diferentes paragens, sendo navegado por tantos botes e canoas.
Tudo é igualmente denso por ali, dando-nos a ideia de uma falsa sintonia, transitória e momentânea, pelas emoções fortemente sentidas e exteriorizadas, que de tão fortes e intensas se transformam rapidamente, tornando-se efémeras...
O final de dia tem uma tonalidade mágica, ou somos nós que o queremos entender assim, permitindo-nos recriar sensações e acreditar em ternas emoções que nunca o hão-de ser...
Posted by Hello
Criança, Maputo
Criança de colo (de costas???) nas costas da mãe.
A magnífica arte de transportar os filhos com conforto.
Maputo 1998
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Rio Limpopo em Zongoene
A magnífica margem de "lá" do rio Limpopo, quase no local onde desagua no mar.
O rio que anima Zongoene e lhe dá vida.
A passagem para a praia, essa de mar, com águas turbulentas mas fantásticas.
A revitalização e a esperança na diferença como uma possibilidade.
Posted by Hello
O rio que anima Zongoene e lhe dá vida.
A passagem para a praia, essa de mar, com águas turbulentas mas fantásticas.
A revitalização e a esperança na diferença como uma possibilidade.
Posted by Hello
domingo, 31 de outubro de 2004
Pôr do Sol
Pôr do Sol sobre a Baía de Maputo.
Vista do Hotel Cardoso.
Palavras para quê...
Vista do Hotel Cardoso.
Palavras para quê...
Maputo, 1998
Posted by Hello
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