quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

FELIZ 2011 para TODOS, sem excepção!

Aos meus amigos desejo o melhor,
porque eles merecem, mais não seja por serem meus amigos!
Os amigos merecem este mundo e o outro, a Terra e o Céu, o Infinito e tudo o que seja.
Aos meus inimigos (não amigos) desejo tudo de bom,
porque se estiverem realizados e felizes "largam do meu pé",
passam a estar ocupados com a perpetuação da própria felicidade
e eu só tenho motivos para sentir a tranquilidade da paz de espírito!!!!
Aos que não são, ainda, uma coisa nem outra,
desejo que consigam alcançar o que mais desejam,
porque o futuro está em aberto e tudo é possível.
FELIZ 2011!!!!

Adeus 2010, Olá 2011!!!

2011 está a chegar e eu ansiosa pela sua chegada! Estou farta de 2010, é isso! 2011 só pode ser melhor!!! Na verdade, aconteceram-me coisas boas em 2010 e não foram tão poucas assim. Conheci pessoas interessantes. Reafirmei amizades. Conclui projectos, iniciei outros mas alguns ficaram pendentes. Mas também deixei fugir sentimentos porque não os quis agarrar, talvez não fossem suficientemente fortes e importantes. Deixei que amigos se afastassem, ou terei sido eu a fazê-lo. Perdi oportunidades porque não as soube ver... Acredito que 2011 será um ano de construção e de reafirmação. Não que saiba ler o futuro, não sei. Mas é esta a minha convicção: será um ano de possibilidades, de abertura, de concretização e de sedimentação de tudo o que foi começado. Basta que façamos alguma coisa nesse sentido, que nos esforcemos só um bocadinho, sem excessos mas com a consciência de que, não podendo mudar o Mundo, podemos melhorá-lo. Na Vida, nada é dado, tudo é construído e nós somos todos um bocadinho construtores, temos um não sei o quê de arquitectos, conseguimos partir paredes, reconstruí-las e pintá-las, conseguimos mudar uma lâmpada e tanto mais porque, na verdade, temos qualquer coisa de obreiros do futuro. A 2011!

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

É Natal... É Natal!!!!

É Natal, uma vez mais. De novo, chegamos ao final de um ano e tudo se repete, ou quase tudo. Passo a passo: a compra dos presentes a pensar em cada um; os preparativos para a consoada; a mesa de Natal com tudo o que é preciso e faz falta, ou talvez não faça mas nós achamos que sim; as luzes e o brilho que procuramos encontrar; a alegria no rosto só porque estamos no Natal; e tanto, tanto mais. Só que nem sempre é assim. A fase da infância e da adolescência passou e com ela uma parte do encanto do Natal, da magia, do sonho. Outra parte ficou porque nós queremos, porque fazemos de tudo para sentirmos aquele "não sei bem o quê" tão necessário para reavivarmos alguma inocência que se foi perdendo. Só que nem tudo depende de nós. Nem no Natal, nem no resto da vida. E, quando o deslumbramento se perde, ou se esconde, dá vontade de perguntar a algumas pessoas, algumas que estão tão perto de nós: afinal, o que é para ti o Natal? É que, para mim, é partilha e encontro, sentimento e compreensão, afecto e demonstração, preocupação e reconhecimento. É luz, é brilho. É carinho e amizade, transforma-se em tolerância e aceitação. Mas é sobretudo presença. É reunião e reencontro. E só assim o Natal faz sentido. De resto é folclore, festa sem fim, carnaval de sentimentos não sentidos, oportunismo pelo deslumbramento de embrulhos com grandes laçarotes...

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

JANUS.NET - e-journal of International Relations

Foi apresentada publicamente a Revista científica JANUS.NET, e-journal of International Relations.
O acesso é exclusivamente feito on line, sendo integralmente gratuito. A edição é semestral e conta com Artigos científicos, Notas e Reflexões, e Recensões Críticas.
O acesso faz-se através de PÁGINA DA REVISTA JANUS.NET
O primeiro número (Outono de 2010) conta com os seguintes contributos:

Artigos
1. Immanuel Wallerstein – Ecologia versus Direitos de Propriedade: a terra na economia-mundo capitalista

2. Miguel Santos Neves – Paradiplomacia, Regiões do Conhecimento e a consolidação do "Soft Power"

3. Luís Tomé - Segurança e Complexo de Segurança: conceitos operacionais

4. António Oliveira – O emprego do instrumento militar na resolução de conflitos: um paradigma em mudança

5. José Rebelo - Os grandes Grupos de Informação e de Comunicação no Mundo

6. Pedro Veiga e Marta Dias – A governação da Internet

7. Francisco Rui Cádima – Televisões globais, História única

8. João Ferrão – Pôr Portugal no Mapa

Notas e Reflexões
1. Luís Moita – O conceito de configuração internacional

2. Nancy Gomes - O papel de Portugal nas relações Euro – Latinoamericanas

3. Brígida Rocha Brito - Hard, Soft ou Smart Power: discussão conceptual ou definição estratégica?

Recensões Críticas
1. Noya, Javier (2007). Diplomacia Pública para el siglo XXI. La gestión de la imagen exterior y la opinión pública internacional. Madrid: Ariel: 469 pp – por Marco António Baptista Martins

2. Valladares, Rafael (2010). A conquista de Lisboa — Violência militar e comunidade política em Portugal, 1578-1583. Lisboa: Texto Editores: 332 pp. ISBN 978-972-47-4111-6 (Tradução Manuel Gonçalves) – por João Maria Mendes

3. SAVIANO, Roberto (2008). Gomorra. Infiltrado no Império Económico da Máfia Napolitana, Caderno, 2008, Lisboa, 3ª. Ed.: 351 pp – por René Tapia Ormazábal

Kuma di curpo... curpo sta bem

Ontem foi o dia em que conversei calmamente com um amigo que partiu porque teve de se ausentar deste mundo por ter sido chamado para outras...