domingo, 5 de agosto de 2007

Ao meu PAI

Hoje, como vem sendo hábito desde há uns anos, a 5 de Agosto, o tempo está enfarruscado e inexplicavelmente mais fresco do que no dia anterior. Hoje faz anos, 11, que perdi a companhia e a presença de um Homem Magnífico, uma figura de referência a quem chamava em pequena “o meu girassol” e a quem um dia disse com uma infinita ternura: “és tão feio mas eu gosto tanto de ti”. Com o tempo aprendi a sentir a presença dele nas mais diversas situações e hoje, quando olho para o céu à noite, procuro invariavelmente a luz daquela estrelinha de onde acredito que ele me vê e também nestes momentos converso com ele e partilho as minhas preocupações. Hoje é mais um dia em que a lembrança triste está presente revendo como num filme, passo a passo, os acontecimentos daquele dia 5 de Agosto de 2006.

A escrita e os artefactos

Para quem gosta de escrever uma caneta é a extensão de si próprio e um caderno o seu reflexo. São objectos especiais e, por isso, tratados ...