domingo, 3 de setembro de 2006

Tarde de domingo

Há muito... mesmo há muito tempo que não passava uma tarde de domingo a dormitar num dos sofás da sala, bem em frente do televisor e enquanto tentava assistir a um dos programas do Odisseia. Não ofereci grande resistência porque me foi sabendo bem a sensação de me deixar ir, embalada pela voz grave do locutor e pelas imagens submarinas de um mar qualquer da costa de África. E assim lá fui sonhando e recompondo o sono perdido durante duas semanas em que trabalhei em frente deste teclado de dia e de noite, tendo como referência as águas quentes e cristalinas que banham um continente cheio de mistérios.

A escrita e os artefactos

Para quem gosta de escrever uma caneta é a extensão de si próprio e um caderno o seu reflexo. São objectos especiais e, por isso, tratados ...