quinta-feira, 28 de setembro de 2006

Dúvida existencial...

Porque será que o tempo, a “hora di rêlógio”, não é constante? Há momentos que voam e se eclipsam no tempo, evaporam, diluem? Simplesmente desaparecem como se de um sonho se tratasse. E depois, ah... depois há meses que dão a sensação de terem vindo para ficar... custam a passar, são pesados e enfadonhos, morosos e constrangedores. Chatos mesmo. Fases em que queremos apenas que os acontecimentos que estão “em marinada” fiquem “au point” de serem servidos e degustados. Mas afinal, porque é que o tempo não é constante...?!

A escrita e os artefactos

Para quem gosta de escrever uma caneta é a extensão de si próprio e um caderno o seu reflexo. São objectos especiais e, por isso, tratados ...