sábado, 22 de abril de 2006

O Tigre e a Neve

O filme "La Tigre e la Neve", com realização e interpretação do fantástico Roberto Benigni, fez-me sonhar acordada durante 114 minutos de encanto.
Aquele sim é um sentimento chamado AMOR, feito de dedicação e persistência, de abnegação e voluntarismo, de arrebatamento e elevação, de conhecimento e aceitação.
Eu gostava de ter um amor assim e na verdade é com este sentimento que sonho desde sempre. Mas afinal, quem não gostaria de ter um amor daqueles?
O filme é fantástico, as situações criadas parecendo-nos impossíveis fazem-nos sorrir desde o início ao fim. E quando o desenlace está à frente dos nossos olhos, apetece ficar ali a partilhar a vida daquelas personagens por quem ganhámos afeição. Simplesmente custa levantar da cadeira e abandonar toda a história.
A mensagem que fica é que, afinal quando as coisas são realmente importantes e pensamos ter apenas uma hipótese num bilião, a nossa capacidade de lutar torna-se infinita e a palavra conformismo deixa de fazer sentido.

A escrita e os artefactos

Para quem gosta de escrever uma caneta é a extensão de si próprio e um caderno o seu reflexo. São objectos especiais e, por isso, tratados ...