quarta-feira, 15 de fevereiro de 2006

Dia dos namorados

E o Dia dos Namorados passou por mim muito rapidamente, de forma fugaz e quase sem que dele me lembrasse. Há alturas assim, em que o que mais me preocupa é o trabalho, a responsabilidade que envolve, a possibilidade de conseguir um produto de qualidade, o rigor das metodologias e a perfeição do resultado final. Veio tudo ao mesmo tempo, o que é muito bom por sinal, mas obrigou-me a fazer escolhas e a recusar possibilidades que também seriam mais do que interessantes. Tive vontade de dizer “sim”, não afectivamente, mas aos novos projectos, às possibilidades de realização, aos novos desafios. Mas infelizmente não posso aceitar alguns e o último era tão aliciante... em Timor, esse recanto quase nas antípodas que, ao que consta faz lembrar São Tomé. Mas nessa altura estarei eu pela encantadora Guiné, pelo que não me posso queixar. Em sentido nenhum! E assim disse “não”, com o coração a dizer “ohhhhh fica para a próxima”...

A escrita e os artefactos

Para quem gosta de escrever uma caneta é a extensão de si próprio e um caderno o seu reflexo. São objectos especiais e, por isso, tratados ...