sexta-feira, 23 de dezembro de 2005

Dava-te

Pensei em ti, hoje, aliás como tantas outras vezes. Particularmente hoje porque estamos numa época em que me apetece oferecer coisas às pessoas de quem gosto, de quem me lembro, com quem me apetece estar, de quem tenho saudades. E pensei no que te poderia dar, no que quereria oferecer-te, no prazer que teria ao ver-te sorrir de forma reservada, evidenciando uma timidez, que nunca percebi se era real, e ficares terno, docinho como uma mousse com resíduos de toblerone, aromática, intensa e envolvente. E pensei nos teus olhos a semi-serrarem só para não ver a expressão e os sentimentos a transbordarem. E... e... e... Se pudesse dava-te quase tudo. Tu sabes!

A escrita e os artefactos

Para quem gosta de escrever uma caneta é a extensão de si próprio e um caderno o seu reflexo. São objectos especiais e, por isso, tratados ...