quarta-feira, 19 de outubro de 2005

Reflexôes à distância de um ano, quase dois...

Hoje, à distância de um bom par de meses que se traduzem em bem mais do que um ano, quase dois, preciso de dizer algo a alguém porque não o consegui nunca dizer por palavras e desta forma. Nem pude. E também não quis. E o que lhe quero dizer é que o que senti por ele, havendo dúvidas, está bem traduzido no dicionário. E ele nunca soube apreciar. Nem pôde. E também não quis. E acabou por seguir o caminho que escolheu. E, apesar disso, e do desamor que revelou, não me arrependo do amor que lhe tive e da atenção que lhe dediquei. A única diferença do agora para o antes é que o amor foi grande, imenso, exclusivo, infinito mas a desilusão foi maior. E, como em tudo na vida, a reciprocidade marca a diferença. Não sei se algum dia ele vai ter essa noção... mas a verdade é que... se o amor não foi para ele importante, o estado actual certamente também não será.

Amor: (Latim amore) s.m. viva afeição que nos impele para o objecto dos nossos desejos; inclinação da alma e do coração; objecto da nossa afeição; paixão; afecto; inclinação exclusiva

Amar: (Latim amare) v.tr. ter amor a; gostar muito de; desejar; escolher; apreciar; preferir

Desamor: s.m. falta de amor; inimizade; desprezo; aborrecimento

Fonte: Dicionário Universal da Língua Portuguesa, Texto Editora

A escrita e os artefactos

Para quem gosta de escrever uma caneta é a extensão de si próprio e um caderno o seu reflexo. São objectos especiais e, por isso, tratados ...