quinta-feira, 18 de agosto de 2005

Fogo interior

A lua hoje estava, de novo, apelativa e sedutora, despertando os sentidos e acendendo o desejo. Ou, se calhar, o desejo foi aceso antes por um bombeiro fugitivo que não o apagou, deixando os sentidos incendiados. E, ao olhar a lua, apesar do vento refrescante que soprava por aquelas bandas, sentiu-se invadida pela intensidade do calor interior. E mais não lhe restou senão observá-la com a ternura das recordações.

A escrita e os artefactos

Para quem gosta de escrever uma caneta é a extensão de si próprio e um caderno o seu reflexo. São objectos especiais e, por isso, tratados ...