quinta-feira, 2 de junho de 2005

Prenda

E hoje recebi uma outra prenda de uma pessoa muito especial, um grande amigo. O presente foi um livro, o novo da Margarida Rebelo Pinto “Pessoas como Nós”. Gostei porque foi ele que me ofereceu, ainda não o tinha, não estava a prever comprá-lo tão cedo e gosto de ler os textos dela durante as férias, preferencialmente na praia ou depois. Mas não resisti e li a passagem que publicita o livro. Aqui vai:

“Os homens nem sempre avançam, nem sempre atacam. Alguns preferem esperar, deixar que o tempo lhes traga o que mais precisam, para nunca terem de tomar decisões. O Fred é assim, como um lobo e os lobos preferem morrer de fome a cometer um erro. Ele nunca dará um passo em frente.

Não sei se tenho vocação para ser mãe porque vivo demasiado virada para dentro, em função do meu trabalho e do meu sucesso, mas a Julieta, que é doida varrida, está a fazer um bom trabalho com o Duarte. E se não tiver filhos, nunca saberei (...).”

Engraçada esta passagem. Acho que vou gostar do livro...

A escrita e os artefactos

Para quem gosta de escrever uma caneta é a extensão de si próprio e um caderno o seu reflexo. São objectos especiais e, por isso, tratados ...