domingo, 22 de maio de 2005

STP na revista VOLTA AO MUNDO

STP é tema de capa da Revista Volta ao Mundo de Junho de2005. A reportagem “São Tomé e Príncipe, um segredo no Equador” (pg. 52-78) é marcada por fotografias variadas de São Tomé, do Ilhéu das Rolas e do Príncipe, com Bom Bom incluído. Fotos espectaculares que merecem ser guardadas.

O texto contém algumas imprecisões, mas vale a pena ler. O jornalista Paulo Rolão, autor do texto, e o fotojornalista Luís Filipe Catarino, responsável pelos registos fotográficos, revelam-se encantados e seduzidos (o que é absolutamente normal!!!) numa curta estadia, passando por alguns (mas não muitos) locais. Os alojamentos privilegiados foram Clube Santana, Ilhéu das Rolas e Bombom, havendo referências ao Miramar. Turismo Rural visitado: S. João e Bombaim. Roças visitadas: Agostinho Neto, Monte Café, Sundy e S. Joaquim.

As praias referidas como as melhores: em São Tomé, Tamarindos, Conchas (extenso areal a perder de vista...?!), Lagoa Azul (com areia...?!); no Príncipe, Banana e Macaco. Fiquei desiludida porque não referem, por exemplo, as praias de Micondó e Piscina, nem roças emblemáticas para visita e passagem como Água Izé, que me parece obrigatória, Vista Alegre, Ponta Figo, Java, Colónia Açoreana, entre tantas outras...

Ainda como restaurantes aconselhados: apenas o Pirata, o Bigodes, o Filomar e o Café e Companhia (aconselhamento muito limitado...); como pratos típicos: calulu e djogó; fruta: apenas a banana (...?!xê...). Não falam na jaca, na cajamanga, no safu, no mamão... nem no búzio, no peixe andala, no polvo grelhado, no magnífico e saboroso concon... e tantos outros pratos típicos!

Em termos de aconselhamento, o artigo parece ficar muito aquém das expectativas, não disponibilizando informação importante e útil, mas a imagem é sedutora e aliciante. Um aspecto a referir – apoiaram-se na Navetur (Bibi e Luís Beirão) e no Luís Mário, que me parece ter sido uma boa opção.

Mas devem portanto ter perdido a melhor parte de STP...

A escrita e os artefactos

Para quem gosta de escrever uma caneta é a extensão de si próprio e um caderno o seu reflexo. São objectos especiais e, por isso, tratados ...