quarta-feira, 2 de fevereiro de 2005

Ao Meu Anjo da Guarda

Meu caro Anjo da Guarda,
Se existes, como se diz, e a verdade é que já senti por mais do que uma vez a acção da tua presença protectora, peço-te que veles por mim nestes dias. Relembro-te apenas que decisões importantes estão a ser tomadas no que respeita ao meu futuro próximo, pelo que a tua colaboração é fundamental, preciosa, imprescindível.
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A escrita e os artefactos

Para quem gosta de escrever uma caneta é a extensão de si próprio e um caderno o seu reflexo. São objectos especiais e, por isso, tratados ...