quarta-feira, 15 de setembro de 2004

Um sentimento que morre

Hoje tive a certeza. Uma parte de mim morreu com ele. Não que ele tenha morrido de facto, está vivo e de boa saúde, ao que me foi dado perceber. Mas morreu o sentimento que algum dia teve por mim, está longe, distante, ausente.
Por mais que eu quisesse que fosse de outra forma, tenho a plena noção que, nas coisas do amor, não vale a pena forçar um sentimento que não se tem. Não faz sentido porque não seria mais do que adiar uma decisão. E eu procuro, cada vez mais, ser uma pessoa consciente na busca da felicidade...

A escrita e os artefactos

Para quem gosta de escrever uma caneta é a extensão de si próprio e um caderno o seu reflexo. São objectos especiais e, por isso, tratados ...