terça-feira, 28 de setembro de 2004

Um jantar inspirador

No outro dia jantei com um amigo num restaurante inspirador. Amigo? Talvez não seja o melhor atributo. Ex-namorado ou ex-amante. Foi um jantar bem regado - demais, até. A comida estava magnífica, pelo menos a minha - piano de porco - um tipo de entrecosto grelhado, muito fininho e saboroso, em manta. Como sobremesa, lá foram 2 mousses que me souberam como a vida.
Falámos de tudo um pouco, do que nós fomos no passado e do que somos no presente. Em relação ao futuro, apesar de previsível, não falámos porque não faria sentido.
O restaurante é bem frequentado e faz o ego de qualquer mulher regozijar-se - as mulheres estão em franca minoria...
Bem, o jantar terminou e a noite continuou, de uma forma estranhamente conhecida pelos dois. E vai ser mais uma paea registar e não esquecer. Por nada em particular. Simplesmente pela forma como as coisas se desenrolaram uma vez mais e... como estão hoje.
Onde ele está? Não sei. Com quem? Muito menos. E como? Seria suposto eu saber?
Espero apenas que esteja bem e que um dia mo faça saber.

A escrita e os artefactos

Para quem gosta de escrever uma caneta é a extensão de si próprio e um caderno o seu reflexo. São objectos especiais e, por isso, tratados ...