quinta-feira, 2 de setembro de 2004

Tu não prestas...

Hoje estou contente comigo mesma. Resisti quando te vi. Eu valho muito mais do que tu. E mereço muito melhor. Tu não prestas, nunca prestaste, apesar de eu ter querido achar que sim. Resisti e vou resistir sempre a partir daqui, porque a primeira vez é a que custa mais. E olha, que com o calor que faz nos trópicos, resistir não é fácil. O desejo ultrapassa a vontade e tu tens a habilidade de mo criar. Mas hoje, demonstrei a mim mesma. Consigo ver-te, estar contigo e odiar-te, tanto que nem desejo sinto por ti. Tu não prestas...

A escrita e os artefactos

Para quem gosta de escrever uma caneta é a extensão de si próprio e um caderno o seu reflexo. São objectos especiais e, por isso, tratados ...